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É preciso ficar atenta à PTI durante a gravidez

  

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 Acompanhar os níveis das plaquetas durante a gestação é essencial para a saúde da mãe e do bebê

 Acompanhar os níveis das plaquetas durante a gestação é essencial para a saúde da mãe e do bebê

Por Natália Mancini

A trombocitopenia imune primária (PTI) é uma doença hematológica autoimune que leva à destruição das plaquetas. Isso faz com que a pessoa tenha baixos níveis plaquetários e, consequentemente, maior dificuldade de coagulação e probabilidade de ter sangramentos. A PTI crônica tem uma maior tendência a atingir mulheres em idade fértil, muitas vezes, causando dúvidas quanto à gravidez.

A Drª. Ana Clara Kneese Nascimento, hematologista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, explica que a paciente de PTI que deseja engravidar precisa ter controle das plaquetas.

“É importante que a paciente tenha um acompanhamento de um hematologista para saber se está em remissão ou recidiva”, explica ela.

A principal preocupação é em relação ao uso de alguns medicamentos comumente indicados para o tratamento dessa doença. Durante a gravidez, o ideal é que seja utilizado somente o corticoide e a imunoglobulina, por questões de segurança.

“Deve ser utilizado somente corticoide e a imunoglobulina, que são as medicações mais seguras durante a gestação. Qualquer outra apresenta um risco maior de complicação”, conta a Drª Ana Clara.

É possível evitar que a PTI recidive durante a gravidez?

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A especialista lembra, inclusive, que a gravidez é uma época de maior probabilidade para o aparecimento da PTI pela primeira vez.

Não dá para saber se ela vai ter PTI durante a gravidez. Ela não necessariamente terá uma recidiva, só há um risco maior. A gravidez, na verdade, é um período de maior risco de aparecimento da doença como primeira manifestação. Então, quem já teve PTI em outras gestações, pode ter nessa também”. 

Além disso, é necessário tomar cuidado porque é possível que a pessoa enfrente um quadro de queda de plaqueta específica da gravidez. Entretanto, é preciso checar se realmente é PTI ou se é alguma outra condição. 

A paciente de PTI que está grávida precisa ter algum cuidado específico? 

A Drª. Ana Clara ressalta que não é necessário ter nenhum cuidado específico durante a gravidez, desde que ela esteja realizando acompanhamento.

“Ela tem que seguir o tratamento e estar em acompanhamento. A frequência das consultas é definida pelo hematologista. Entretanto, nos meses finais o intervalo não deve ser maior do que um mês, às vezes, até menos”, ela diz.

O mesmo vale para os cuidados alimentares. A paciente que está grávida não possui nenhuma restrição de alimentação. Assim como não existe nenhuma indicação para maior consumo de algum alimento que poderia aumentar o nível das plaquetas.

A quantidade de plaquetas não está relacionada, nem para mais ou para menos, com alimentação. Não tem nenhum alimento que possa ajudá-la, ela deve comer bem e de tudo”, orienta a hematologista.  

Para ter uma gravidez tranquila, a paciente precisa, principalmente, fazer o acompanhamento do nível plaquetário para analisar se ele cai ou não. As decisões tomadas e medicações utilizadas são consequência desse resultado. Fora isso, ela precisa se alimentar bem, ter um sono adequado e evitar situação de risco de sangramento.

Parto normal ou cesárea, qual o melhor para a paciente de PTI?

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A cesárea será melhor opção, caso o bebê esteja plaquetopênico, ou seja, com baixos níveis de plaqueta, se ele for muito grande ou prematuro e se tiver previsão de alguma dificuldade de trabalho de parto ou cesárea anterior. 

“A via menos traumática é o parto cesárea. Mas isso não impede, a princípio, o parto normal. É preciso analisar como o bebê está para ver qual a melhor opção”, fala a médica. 

A PTI é hereditária?

É possível que a mãe transmita os anticorpos que atacam as plaquetas e a criança nasça com PTI. Mas isso significa que a doença é transitória, e não hereditária. 

“Assim que acabarem os anticorpos que estão atacando as plaquetas, no máximo em três semanas, a situação é normalizada. O que é hereditário é a tendência a ter uma doença autoimune, mas não a PTI”, finaliza a Drª. Ana Clara.     

 

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