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Inibidores da tirosina quinase estão em falta em todo o Brasil

(Última atualização: 4 de outubro de 2021)

A Abrale está em contato com os órgãos responsáveis, para entender a situação

Há cerca de dois meses, a equipe de apoio jurídico da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) vem recebendo diversas reclamações sobre a falta dos inibidores da tirosina quinase (Imatinibe, Nilotinibe e Dasatinibe) nos hospitais de diferentes regiões do Brasil. 

Os pacientes dizem que entram em contato com seu centro de tratamento e a resposta é que ainda não se sabe quando os medicamentos, utilizados para tratar a leucemia mieloide crônica (LMC), irão chegar. Outros hospitais conseguem realizar fornecimento fracionado de alguns comprimidos, mas não necessariamente na dosagem correta. Porém, para que os desfechos clínicos sejam satisfatórios, o paciente precisa tomar este tipo de quimioterapia oral diariamente e na dosagem prescrita pelo médico. Caso contrário, a depender do tempo em que fique sem tratar, é possível haver piora na resposta molecular.

A equipe jurídica da Abrale vem tentando contato com o Ministério da Saúde (MS), órgão responsável por enviar os inibidores da tirosina quinase aos hospitais. Mas, até o momento, não recebemos uma resposta efetiva.

Alguns pacientes começaram a relatar a normalização na entregada do Imatinibe em determinadas regiões. Porém, a falta do Dasatinibe ainda continua preocupante. 

Nós continuaremos a manter contato com o MS e também com os hospitais, para que possamos adequar a entrega dos medicamentos em todo o país.

Se você é paciente de LMC e está enfrentando dificuldades no acesso ao seu tratamento, entre em contato conosco pelo [email protected],br ou (11) 3149-5190. 

 

Fonte: Comunicação Abrale

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