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Cirurgias eletivas que precisam de transfusão de sangue são suspensas na Santa Casa de Passos

Medida foi tomada devido ao estoque de sangue dos tipos O+ e O- estar baixo. Não há previsão para retorno

A Santa Casa de Passos paralisou a realização de cirurgias eletivas que precisam de transfusão de sangue. De acordo com o hospital, a medida foi tomada devido ao baixo estoque de sangue, principalmente dos tipos O+ e O-.

O hospital realiza cerca de 250 cirurgias eletivas por mês. Carca de 30 delas, conforme a Santa Casa, precisa de transfusão de sangue. Segundo a Santa Casa, o estoque é considerado crítico e, por isso, um comunicado foi emitido pela agência transfusional recomendando a suspensão dos procedimentos.

O grupo Hemominas de Passos comunicou a Santa Casa de Passos que os estoques de hemocomponentes estão baixos devido a queda de temperatura, aumento de síndromes gripais e redução do número de doadores’, falou Aldir Ribeiro de Abreu Júnior, médico responsável pela Agência Transfusional.

‘Com isso, os estoques, principalmente dos tipos O+ e O- estão baixos, o que levou a Santa Casa a decidir pela suspensão das cirurgias eletivas dos pacientes que sejam O+ e O- que venham a precisam de transfusão de sangue. Precisamos suspender cirurgias ortopédicas, cardíacas, gastrointestinais, neurocirurgias, cirurgias que precisam desses hemocomponentes’, completou.

O médico destacou que não há previsão para que esse tipo de procedimento volte a realizado na Santa Casa. Conforme ele explicou, é necessário que doadores compareçam para doar e, posteriormente, as cirurgias seriam retomadas com a normalização dos estoques.

‘Não temos previsão, trabalhamos com o estoque de segurança e sempre que esse estoque de segurança cai muito abaixo do que a gente espera, precisamos tomar essa atitude para garantir o atendimento das urgências e emergências. Até que o estoque seja retomado, a gente manter suspensas as cirurgias eletivas, visando garantir o estoque. A gente espera que os doadores compareçam para doar e possamos retomar as cirurgias e normalizar os estoques’, comentou.

 

Fonte: G1.Globo

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