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Audiência discute dificuldades enfrentadas para tratar a leucemia mieloide crônica

De 2023 a 2025, devem ser registrados 11.540 novos casos de leucemia

A comissão especial da Câmara dos Deputados que acompanha o combate ao câncer no Brasil debate nesta quarta-feira (6) as dificuldades de tratamento da leucemia mieloide crônica. Essa doença é um câncer que se inicia na medula óssea e invade o sangue periférico. Afeta normalmente idosos.

A audiência foi sugerida pela relatora do colegiado, deputada Silvia Cristina (PL-RO), e será realizada no plenário 15, a partir das 15h30.

Debate anterior

Em março do ano passado, a comissão já tinha promovido um debate sobre problemas no fornecimento de medicamentos de quimioterapia oral. Um desses remédios é usado no tratamento da leucemia mieloide crônica.

Na ocasião, o presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, José Francisco Marques Júnior, ressaltou a importância desses fármacos. ‘A leucemia mieloide crônica é uma doença incurável, mas controlável. Esses remédios revolucionaram o tratamento dessa enfermidade. Com eles, a sobrevida do paciente passa a ser praticamente igual a quem não tem leucemia.’

Números

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que, entre 2023 e 2025, serão registrados 11.540 novos casos.

Sem considerar os tumores de pele não melanoma, a leucemia ocupa a décima posição entre os tipos mais frequentes, atrás dos cânceres de mama; próstata; cólon e reto; traqueia, brônquio e pulmão; estômago; útero; tireoide; cavidade oral e Linfoma não Hodgkin, nesta ordem.

 

Fonte: Câmara dos Deputados

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