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Ajude os pacientes com LMC – Leucemia Mieloide Crônica

Contribuir em uma Consulta Pública pode melhorar o manejo da doença, desde seu diagnóstico até o tratamento

Foi aberta a Consulta Pública MS-SCTIE nº 02/21 para manifestação da sociedade civil a respeito da recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (CONITEC) de aprovação do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Leucemia Mieloide Crônica em Crianças e Adolescentes, apresentada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde – SCTIE/MS.

O que é um PCDT?

Os Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas são os documentos oficiais do SUS que estabelecem critérios para o diagnóstico de uma doença ou agravo à saúde; tratamento preconizado, com os medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; posologias recomendadas; mecanismos de controle clínico; e acompanhamento e verificação dos resultados terapêuticos a serem seguidos pelos gestores do SUS

O que preconiza o novo PDCT para Crianças e Adolescentes com LMC?

Segundo consta no documento:

Tratamento de primeira linha:

  • Até o momento, o mesilato de imatinibe é a terapêutica de escolha para o início do tratamento da LMC na população pediátrica, e a sua interrupção, fora de estudos clínicos, não é recomendada.

Esquema de administração e doses do mesilato de imatinibe:

  • Após controle hematológico, com o uso da hidroxiureia, por via oral, na dose de 30 a 40mg/kg/dia, com ajustes da dose de acordo com a redução da leucometria global para aproximadamente 20.000/mm3, indica-se o mesilato de imatinibe como primeira linha de tratamento.

Tratamento enquanto aguarda transplante de medula óssea:

  • O tratamento da criança ou adolescente com LMC-FC com hidroxiureia seguido por alfainterferona com ou sem citosina arabinosídio é considerado, hoje, como terceira linha para o tratamento da LMC em crianças e adolescentes, que apresentam falha, progressão ou intolerância grau 3 ou 4 ao mesilato de imatinibe e ao dasatinibe e enquanto aguardam o TCTH-AL. Seu uso promove 58% de Remissão Hematológica Completa (RHC), 50% de Remissão Citogenética Major (RCM), 14% de Remissão Citogenética Completa (RCC) e 60% de Sobrevida Global (SG) em 8 anos.

Uso do dasatinibe em crianças e adolescentes: 

  • O dasatinibe, apesar de avaliado nesse protocolo, não foi considerado para incorporação para essa população, pois, como estabelecido em bula, esse medicamento não possui indicação para crianças e adolescentes.

Orientações para os Gestores

O documento afirma que “pacientes com menos de 19 anos e diagnóstico de LMC devem ser atendidos em hospitais habilitados em oncologia com serviço de hematologia ou de oncologia pediátrica e com porte tecnológico suficiente para diagnosticar, tratar e realizar seu monitoramento laboratorial. ”

Confira o documento na íntegra:

http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2021/20210118_pcdt_lmc_v5_CP2.pdf

Para participar é bem simples:

PASSO 1

Acesse: https://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=61713

PASSO 2

Preencha suas informações pessoais, como CPF, nome, sexo, idade, etc.

PASSO 3

Caso queira adicionar alguma informação ao PCDT escolha “Sim” na pergunta n.º 6, “Você gostaria de alterar ou incluir alguma informação ao texto? ”.

PASSO 4

Avalie o PCDT nas seguintes categorias “Muito boa; Boa; Regular; Ruim; Muito Ruim” e faça seus comentários.

PASSO 5

Assim que todas as informações estiverem preenchidas, clique em GRAVAR.

Pronto, você já deu sua contribuição! Vamos trilhar este caminho juntos.

 

Fonte: Advocacy da Abrale

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