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Instituto recebe doações para apoiar associações voltadas ao câncer

Fundo patrimonial do Instituto Merula Steagall espera arrecadar R$ 20 milhões no primeiro ano

O Instituto Merula Steagall, criado para garantir a sustentabilidade a médio e longo prazo da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) e Abrasta (Associação Brasileira de Talassemia), inicia nesta semana o processo de captação de recursos junto a pessoas e empresas nacionais e estrangeiras.

As primeiras doações para o fundo patrimonial somam R$ 1,3 milhão e a expectativa é de que, neste primeiro ano, o instituto consiga captar R$ 20 milhões. Para contribuir, basta acessar o site e doar qualquer quantia.

As doações serão aplicadas em programas voltados a pacientes com cânceres do sangue e talassemia, em ações assistenciais para prevenção, diagnóstico, tratamento e na produção e divulgação de informações, conhecimentos e estudos com foco na oncohematologia.

A verba também servirá para fomentar o desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e inovações de aplicação prática, capazes de trazer maior entendimento das demandas e impactar positivamente na vida dos pacientes onco-hematológicos e seus familiares.

Nesta terça-feira (21), o Instituto Merula Steagall fará o lançamento oficial para convidados. Na ocasião também será apresentada a nova campanha da Abrale, “Liga da Vida”.

Essa é uma maneira de tornar nossas causas sustentáveis e fazer com que as organizações sociais em nosso país pratiquem uma filantropia responsável, oferecendo oportunidade de participação em propósito importante aos filantropos”, diz Merula Steagall, presidente da Abrale e idealizadora do fundo.

“Esperamos que o exemplo dos primeiros doadores seja seguido por outros e que nosso fundo inspire outras organizações sociais a trilharem este caminho.”

Steagall aponta exemplos internacionais. Nos Estados Unidos, o Fundo Patrimonial da Universidade de Harvard conta com US$ 40 bilhões em recursos, e o Bill & Melinda Gates Foundation, com US$ 46 bilhões.

“A Europa também vem ganhando notoriedade e a Inglaterra tem se destacado pelos fundos patrimoniais no setor da educação. Certamente é o caminho que estamos trilhando e que já é consolidado nos EUA e na Europa”, comenta.

 

Fonte: Folha de S.Paulo: 

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