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Depoimentos

  • Olá pessoal! Tenho 33 anos e aos 29 descobri a leucemia no início. Foi um choque para mim e para minha família, pois a doença estava bem agravada chegando a agudizar, e levando a um quadro bem delicado e crítico. Pensei que não iria sobreviver, pois nem as pernas sentia mais. Logo, fui internada com muita pressa para iniciar o primeiro ciclo de quimioterapia que foi um sucesso. Tive alta após 30 dias de internação que parecia mais uma década, fiz o segundo ciclo em alta hospitalar tendo que ir diariamente fazer as terríveis quimio, onde ao termino não obtive reposta significativa sendo assim os médicos sugeriram o transplante. Graças a Deus, meu irmão foi 100 % compatível, tive várias complicações nesse período de transplante, mas no fim tudo deu certo, graças a minha família, a Deus, principalmente, e excelente equipe medica que me acompanhou e acompanha até hoje. Hoje lógico Leia mais
    Olá pessoal! Tenho 33 anos e aos 29 descobri a leucemia no início. Foi um choque para mim e para minha família, pois a doença estava bem agravada chegando a agudizar, e levando a um quadro bem delicado e crítico. Pensei que não iria sobreviver, pois nem as pernas sentia mais. Logo, fui internada com muita pressa para iniciar o primeiro ciclo de quimioterapia que foi um sucesso. Tive alta após 30 dias de internação que parecia mais uma década, fiz o segundo ciclo em alta hospitalar tendo que ir diariamente fazer as terríveis quimio, onde ao termino não obtive reposta significativa sendo assim os médicos sugeriram o transplante. Graças a Deus, meu irmão foi 100 % compatível, tive várias complicações nesse período de transplante, mas no fim tudo deu certo, graças a minha família, a Deus, principalmente, e excelente equipe medica que me acompanhou e acompanha até hoje. Hoje lógico que tenho muitas restrições e limitações, mas estou viva e luto diariamente pela chance de viver que me foi dada. E sabe de uma coisa? A leucemia me mostrou uma forca e uma fé inabalável que me sustenta e não me fez desistir e nem desanimar. Eu posso tudo Naquele que me fortalece. Lilian Silva Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • Olá amigos! Sou a Aline, de Alegrete/RS, fui diagnosticada com LH em janeiro desse ano e ainda continuo na luta. Fiz seis ciclos do protocolo ABVD e quando achei que estaria livre, veio a pet ct dizendo que ainda tinha algo ali. Chorei e fiquei muito triste. A doutora pediu uma biópsia de mediastino. Uma mediastinoscopia. Fiz e aguardo o resultado. Estou na luta junto com vocês. Deus vai nos abençoar porque somos mais que vencedores nele. Beijos, meus amigos. Leia mais
    Olá amigos! Sou a Aline, de Alegrete/RS, fui diagnosticada com LH em janeiro desse ano e ainda continuo na luta. Fiz seis ciclos do protocolo ABVD e quando achei que estaria livre, veio a pet ct dizendo que ainda tinha algo ali. Chorei e fiquei muito triste. A doutora pediu uma biópsia de mediastino. Uma mediastinoscopia. Fiz e aguardo o resultado. Estou na luta junto com vocês. Deus vai nos abençoar porque somos mais que vencedores nele. Beijos, meus amigos. Aline Trindade Linfoma de Hodgkin - LH
  • Em dezembro do 2015, fui diagnosticada com LMC. Descobri por acaso, após um hemograma pedido pela nutricionista. Estava com 29.500 leucócitos e plaquetas 870.000. (Apesar que vinha sentindo dor na junção do quadril com o fêmur, do lado direito há um ano e o ortopedista achou que era coisa da idade, rsrs, tenho 46 anos). Não preciso nem dizer que meu mundo caiu após o diagnóstico. Dois meses tomando Hydrea, alupurinol e Aas, eu sentia dores ósseas e dor no baço. E depois da angústia do diagnóstico, veio a angústia da espera de 5,5 meses para ter o tratamento pelo HC de BH. Eu rezei demais pedindo a Deus que esse tratamento saísse!!! Os centros onco-hematológicos de BH estavam em greve por 2,5 meses. Comecei a tomar o Imatinibe e - para honra e glória de meu Deus - eu não tive nenhum efeito colateral com a medicação. A única é um Leia mais
    Em dezembro do 2015, fui diagnosticada com LMC. Descobri por acaso, após um hemograma pedido pela nutricionista. Estava com 29.500 leucócitos e plaquetas 870.000. (Apesar que vinha sentindo dor na junção do quadril com o fêmur, do lado direito há um ano e o ortopedista achou que era coisa da idade, rsrs, tenho 46 anos). Não preciso nem dizer que meu mundo caiu após o diagnóstico. Dois meses tomando Hydrea, alupurinol e Aas, eu sentia dores ósseas e dor no baço. E depois da angústia do diagnóstico, veio a angústia da espera de 5,5 meses para ter o tratamento pelo HC de BH. Eu rezei demais pedindo a Deus que esse tratamento saísse!!! Os centros onco-hematológicos de BH estavam em greve por 2,5 meses. Comecei a tomar o Imatinibe e - para honra e glória de meu Deus - eu não tive nenhum efeito colateral com a medicação. A única é um pouco de inchaço nas pálpebras inferiores, que ao longo do dia vai melhorando. Faço dieta cetogênica, cortei todos alimentos industrializados da minha vida, todo glúten, lactose e o açúcar. Tive resposta hematológica com 20 dias e agora, depois de quase três meses, vou repetir o cariótipo para verificarmos se já tenho alguma resposta citogenética. Graças a Deus, levo uma vida normal. Trabalho 11 horas por dia. Tenhamos fé, nosso Deus é o Deus dos milagres e prodígios!!! Abraços!!! Lidiane Machado Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • Acho que vou no médico. Essa tosse não passa... Chegando ao consultório, expliquei que estava com tosse seca por um longo tempo. Fui então encaminhado para um exame de RX. O técnico quando viu o resultado, olhou pra mim e falou. "Não vou nem reter seu exame para o laudo. Leve direto ao seu médico" Quando vi a imagem, fique estarrecido. Mais tarde com o resultado da tomografia, foi revelado uma massa pulmonar de 9 x 6 cm. Isso explicaria o porque da perda de peso exagerada, coceira nas pernas, a febre no final da tarde, a sudorese durante a noite e o cansaço. Isso tudo era meu organismo tentando combater aquele mal que estava dentro de mim. Fui diagnosticado em 28 de dezembro de 2007 como portador de Linfoma de Hodgkin. Fiz 12 sessões de quimioterapia e 21 de radioterapia. Nas últimas seções de quimio, minhas veias já não Leia mais
    Acho que vou no médico. Essa tosse não passa... Chegando ao consultório, expliquei que estava com tosse seca por um longo tempo. Fui então encaminhado para um exame de RX. O técnico quando viu o resultado, olhou pra mim e falou. Filipe da Silva Almeida Linfoma de Hodgkin - LH
  • Oi eu sou Aline, em 2008 descobri que estava com leucemia, fiz seis sessões de quimioterapia, meus dois irmãos foram compatíveis. Em 2009, três dias antes de me abaixar pra iniciar o transplante, meu namorado de 10 anos de namoro me largou, pois já estava com outra, mas ergui a cabeça e fui a cura da minha vida, tudo deu certo, logo após a retornar para casa conheci meu atual marido que me aceitou como estava, careca e usando mascara. Fazem 7 anos de transplante e 7 anos de casamento, agora eu conheci a verdadeira felicidade, por isso eu sempre digo: tenha fé em Deus e na vida, as vezes aparecem uns obstáculos mas erga a cabeça, pois para DEUS nada é impossível é só acreditar!!! Leia mais
    Oi eu sou Aline, em 2008 descobri que estava com leucemia, fiz seis sessões de quimioterapia, meus dois irmãos foram compatíveis.
Em 2009, três dias antes de me abaixar pra iniciar o transplante, meu namorado de 10 anos de namoro me largou, pois já estava com outra, mas ergui a cabeça e fui a cura da minha vida, tudo deu certo, logo após a retornar para casa conheci meu atual marido que me aceitou como estava, careca e usando mascara. Fazem 7 anos de transplante e 7 anos de casamento, agora eu conheci a verdadeira felicidade, por isso eu sempre digo: tenha fé em Deus e na vida, as vezes aparecem uns obstáculos mas erga a cabeça, pois para DEUS nada é impossível é só acreditar!!! Aline Pegorano Leucemia Mieloide Aguda - LMA
  • Olá, sou Amanda Castro hoje tenho 14 anos e 7 meses, com 12 anos perdi a função dos meus rins e 1 ano e meio depois do transplante de rim, por causa de uma medicação tive um linfoma não-Hodgkin. Foi um susto pois havia acabado de fazer um transplante e minha vida estava entrando nos eixos... Pois desde de pequena fui privada de muitas coisas por causa da doença renal... Foram 6 meses de quimioterapia... E hoje pra honra e Glória do Senhor estou curada, há 2 anos e 2meses fora de terapia e curada! Leia mais
    Olá, sou Amanda Castro hoje tenho 14 anos e 7 meses, com 12 anos perdi a função dos meus rins e 1 ano e meio depois do transplante de rim, por causa de uma medicação tive um linfoma não-Hodgkin.
Foi um susto pois havia acabado de fazer um transplante e minha vida estava entrando nos eixos... Pois desde de pequena fui privada de muitas coisas por causa da doença renal... Foram 6 meses de quimioterapia... E hoje pra honra e Glória do Senhor estou curada, há 2 anos e 2meses fora de terapia e curada! Amanda Castro Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • Em julho do ano passado descobri o linfoma, só fiquei sabendo que estava com a doença porque fiquei muito inchada, fui no médico e lá mesmo já fiquei internada 21 dias no hospital da minha cidade. Fiz a biopsia e depois de uns dias tive que fazer uma quimio de urgência, depois fui para São Paulo para fazer o tratamento lá, Deus só colocou pessoas maravilhosas para cuidar de mim. Meu tratamento durou 10 meses, já fui praticamente liberada pela médica, não tomo mais remédio e acabou as químicos! Um recado que deixo para todos é nunca perca a fé em Deus. Leia mais
    Em julho do ano passado descobri o linfoma, só fiquei sabendo que estava com a doença porque fiquei muito inchada, fui no médico e lá mesmo já fiquei internada 21 dias no hospital da minha cidade. Fiz a biopsia e depois de uns dias tive que fazer uma quimio de urgência, depois fui para São Paulo para fazer o tratamento lá, Deus só colocou pessoas maravilhosas para cuidar de mim.
Meu tratamento durou 10 meses, já fui praticamente liberada pela médica, não tomo mais remédio e acabou as químicos! Um recado que deixo para todos é nunca perca a fé em Deus. Michele Alves Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • Descobri a leucemia dois dias após completar meus 15 anos. Hoje fazem quase três anos já, mas jamais vou esquecer o medo, a angústia e todo aquela sensação ruim que a gente passa ao receber uma noticia dessas. Temos dias de sofrimento, dias que pensamos em desistir de tudo, dias que vemos nossos amigos podendo aproveitar a vida e nos damos conta que estamos ali, presos a uma doença. Mas eu garanto que a força e a fé que temos dentro de nós mesmos é capaz de transpor todas essas barreiras, e que sim, somos capazes de vencer esses monstros que nos parecem impossíveis. Fomos escolhidos, selecionados e esculpidos nas mãos de Deus, porque ele sabe a força que carregamos, e que no fim dessa luta só saímos mais guerreiros do que entramos! ❤️ Leia mais
    Descobri a leucemia dois dias após completar meus 15 anos. Hoje fazem quase três anos já, mas jamais vou esquecer o medo, a angústia e todo aquela sensação ruim que a gente passa ao receber uma noticia dessas.
Temos dias de sofrimento, dias que pensamos em desistir de tudo, dias que vemos nossos amigos podendo aproveitar a vida e nos damos conta que estamos ali, presos a uma doença. Mas eu garanto que a força e a fé que temos dentro de nós mesmos é capaz de transpor todas essas barreiras, e que sim, somos capazes de vencer esses monstros que nos parecem impossíveis. Fomos escolhidos, selecionados e esculpidos nas mãos de Deus, porque ele sabe a força que carregamos, e que no fim dessa luta só saímos mais guerreiros do que entramos! ❤️ Eduarda Leticia Lindner Leucemia
  • DEUS, toda glória pra ti senhor, e agradecer aos meus familiares, médicos, enfermeiras e amigos que foram fundamentais nessa batalha e que hoje a vida tem outro sentido. Hoje estou em remissão e com FÉ em DEUS estarei logo curado. Leia mais
    DEUS, toda glória pra ti senhor, e agradecer aos meus familiares, médicos, enfermeiras e amigos que foram fundamentais nessa batalha e que hoje a vida tem outro sentido. Hoje estou em remissão e com FÉ em DEUS estarei logo curado. Waldir Medeiros Linfoma de Hodgkin - LH
  • Talvez viver ao máximo seja seguir o seu propósito, o meu propósito é a felicidade, aos meus 43 anos os médicos me disseram que eu tenho leucemia, leucemia mieloide crônica, hoje aos 44 anos minha vida mudou... Tudo começou com a perda de peso, dores no baço, mas fui diagnosticado rapidamente. Passei por vários exames, vários medicamentos... só quem passa por isso sabe realmente o sentido da vida... Muitas vezes pensei em desistir, por estar sozinho, por tudo ter acontecido ao mesmo tempo... por ter terminado um relacionamento, por ter descoberto o câncer... A leucemia é silenciosa, muitas vezes sem efeitos aparentes, isso faz com que as pessoas a nossa volta até duvidem do diagnóstico... A 10 meses atrás, na hora de tomar banho, quanto eu me tocava, eu mau reconhecia o meu próprio corpo, me olhava no espelho e me sentia outra pessoa... Muitas vezes para o meu padrão, Leia mais
    Talvez viver ao máximo seja seguir o seu propósito, o meu propósito é a felicidade, aos meus 43 anos os médicos me disseram que eu tenho leucemia, leucemia mieloide crônica, hoje aos 44 anos minha vida mudou... Tudo começou com a perda de peso, dores no baço, mas fui diagnosticado rapidamente. Passei por vários exames, vários medicamentos... só quem passa por isso sabe realmente o sentido da vida... Muitas vezes pensei em desistir, por estar sozinho, por tudo ter acontecido ao mesmo tempo... por ter terminado um relacionamento, por ter descoberto o câncer...
A leucemia é silenciosa, muitas vezes sem efeitos aparentes, isso faz com que as pessoas a nossa volta até duvidem do diagnóstico... A 10 meses atrás, na hora de tomar banho, quanto eu me tocava, eu mau reconhecia o meu próprio corpo, me olhava no espelho e me sentia outra pessoa... Muitas vezes para o meu padrão, o padrão que eu achava que seria o ideal para mim, eu me sentia um fracassado. Eu era o início e o fim do meu próprio sonho, do meu próprio mundo, e era tão triste, tão pequeno... Mas a minha vida não se limitou a isso. Tudo mudou quando eu olhei pro espelho, quando eu realmente me vi no espelho, sem maquiagem sem disfarce eu me vi realmente... Somos aquilo que desejamos ser, busquei minha força na espiritualidade, no carinho dos amigos, na família, é imaginável o que uma palavra amiga pode fazer por você, um abraço, um gesto de apoio. Um ponto fundamental para mim foi entender a leucemia e neste ponto agradeço as informações da Abrale e as conversas francas com meus médicos.
Por esse motivo, vai a dica: Amadureça, seja sempre mais do que aquilo que você faz, o que você significa deve ser muito mais importante do que aquilo que você faz!!! Hoje após 10 meses de diagnóstico da LMC, estou vivendo, evoluindo, e entendo um pouco mais o significado da vida e do sentimento que chamamos Amor!  Alex Canonico Reis Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • Fui diagnosticada com linfoma não hodking de altas células B em setembro de 2012. Fiquei 21 dias internada, para conclusão do diagnóstico e passei por 10 sessões de quimioterapia, 6 intravenosas e 4 intratecais. Foi um momento doloroso, meus cabelos caíram, tive muitas restrições na alimentação, mas seguindo todas as recomendações médicas, hj estou no controle e minhas consultas já são anuais. Meu desejo é que todos os pacientes que hj passam por esse tratamento, tenham a mesma fé e bênção que eu tive. Depois de saber que não havia nada da doença em meu organismo, descobri que estava grávida e meu filho hj tem 2 anos e três meses, com a graça de Deus! Meus cabelos cresceram, aquele cansaço e sensação de que eu nunca mais seria normal também. Sei que hoje sou uma nova pessoa, minha vida tem mais alegria e procuro ajudar a todos que passam por Leia mais
    Fui diagnosticada com linfoma não hodking de altas células B em setembro de 2012. Fiquei 21 dias internada, para conclusão do diagnóstico e passei por 10 sessões de quimioterapia, 6 intravenosas e 4 intratecais. Foi um momento doloroso, meus cabelos caíram, tive muitas restrições na alimentação, mas seguindo todas as recomendações médicas, hj estou no controle e minhas consultas já são anuais. Meu desejo é que todos os pacientes que hj passam por esse tratamento, tenham a mesma fé e bênção que eu tive. Depois de saber que não havia nada da doença em meu organismo, descobri que estava grávida e meu filho hj tem 2 anos e três meses, com a graça de Deus! Meus cabelos cresceram, aquele cansaço e sensação de que eu nunca mais seria normal também. Sei que hoje sou uma nova pessoa, minha vida tem mais alegria e procuro ajudar a todos que passam por essa terrível doença também! Deus nos abençoe!!!! E avante guerreiros, a luta não pode parar!! Juliana Soares - Itaboraí! Juliana Soares Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • Minha história começou em outubro de 2006 , quando tive 4 pneumonias, em seguida uma tosse e coceira que insistiam, emagreci 20 kilos em pouco tempo, nenhum médico descobria a razão, a coceira aumentou muito, aí começou as dores no corpo, juntamente com febre e uma sudorese daquelas de molhar a cama. Foram 11 meses em busca de ajuda, até que dia 17 de agosto de 2007, fui para o PS do Hospital Samaritano, tudo que mais queria era dormir, estava exausta , para minha grata surpresa encontrei um medico que o chamo de anjo, Dr Ricardo Coelho, que identificou que era algo mais grave, fui internada na hora, foram feitos vários exames. Dia 19 o diagnóstico Linfoma do Hodgkin, fiquei uma hora sozinha refletindo, havia perdido minha mãe para o câncer, mas sou uma guerreira , amo a vida, por querer continuar vivendo, fui a luta. Dia 7 de setembro minha 1ª Leia mais
    Minha história começou em outubro de 2006 , quando tive 4 pneumonias, em seguida uma tosse e coceira que insistiam, emagreci 20 kilos em pouco tempo, nenhum médico descobria a razão, a coceira aumentou muito, aí começou as dores no corpo, juntamente com febre e uma sudorese daquelas de molhar a cama. Foram 11 meses em busca de ajuda, até que dia 17 de agosto de 2007, fui para o PS do Hospital Samaritano, tudo que mais queria era dormir, estava exausta , para minha grata surpresa encontrei um medico que o chamo de anjo, Dr Ricardo Coelho, que identificou que era algo mais grave, fui internada na hora, foram feitos vários exames. Dia 19 o diagnóstico Linfoma do Hodgkin, fiquei uma hora sozinha refletindo, havia perdido minha mãe para o câncer, mas sou uma guerreira , amo a vida, por querer continuar vivendo, fui a luta.
Dia 7 de setembro minha 1ª quimo, ainda internada, nem preciso dizer como passei mal, foram 28 dias de hospital.
Dia 25 de setembro converso com o médico, fico sabendo que era estádio 4B com células T, células raras, estava tudo tomado, inclusive a medula, somente o cérebro escapou, tratamento proposto duraria muito tempo, mas sem saber qual seria o final. Não me abati , ao contrário desafiei o medico, e disse que em 3 meses , dia 25 de dezembro estaria curada, pois minha FÉ , DEUS e minha mãe de onde esta , me dariam esse presente de Natal, A CURA.
Desse dia em diante coloquei na minha cabeça que não tinha nada grave, tratei o câncer como uma doença curável, todos os dias quando acordava eu agradecia a DEUS, por estar curada, levei a vida normal, fiz as quimioterapias, protocolo ABVD, acreditem em cada sessão, que durava umas 6 horas ou mais , eu mentalizava as gotas que entravam no meu portcarth , curando as células, passava muito mal, vomitava muito, os enjoos após eram fortes, ficava uma semana bem mal, mas segui em frente, quando completou a 6ª sessão , fiz exames, tomografias, para surpresa de todos eu estava curada, isso mesmo, CURADA, mas terminei as 12 sessões , de brinde tive uma parada respiratória após 20 dias a última quimioterapia, foi efeito colateral de um dos medicamentos do protocolo que causou, é raro acontecer , mas venci mais essa etapa, passado 15 dias de internação, onde fiquei no oxigênio, tomando doses altas de cortisona, aproveitei e fiz exame para ver a medula, acreditem estava curada, não precisei de transplante.
A Abrale entrou na minha vida desde o 1º dia que recebi a noticia, devo tudo a esta família , que me acolheu , ajudou com suas palestras, orientação, terapia individual e em grupo, apoio jurídico para fazer meu Petscan, enfim até hoje estou presente na Abrale , para divulgar esse trabalho feito com tanto carinho , que luta por nós .Ano passado encontrei o medico chefe da equipe que me tratou, ele me disse emocionado, Paula você é um milagre da medicina, um milagre de DEUS, sua FÉ, sua convicção lhe curou.
Acreditem no poder da mente, acreditem na cura, na vida, em DEUS.
Detalhe sempre que fui para quimio, estava arrumada, maquiada, pois a sobrancelha caiu inteira, meu cabelo não caiu totalmente, ficou bem curtinho, mas mesmo que tivesse caído, nada importava, só me importava continuar vivendo, pois amo a vida , os animais , a natureza.
Você que está lendo agora, está em tratamento, acredite por você que a cura esta na sua cabeça, faça todo tratamento, logo acaba e sua vida continua.
Obrigado à ABRALE, aos médicos , todos que estiveram do meu lado, eu VENCI, CUREI, sou muito feliz e grata por poder ajudar outras pessoas.
Hoje faço parte da Rede Amar a Vida, faça parte você também. Paula Szyfer Linfoma de Hodgkin - LH
  • Sempre sonhei em ser "mãe”. Em 2013, 3 após acompanhar a luta da minha mãe contra um câncer de pâncreas e, infelizmente, seu falecimento, descobri que estava grávida. Entendi que Deus estava nos mostrando que a vida deve seguir, mesmo após a morte de alguém tão importante. Eu e meu noivo decidimos agilizar o casamento, uma vez que a data pré estabelecida seria Maio de 2014 e com a gravidez esta seria a provável data do parto. No meio da organização apareceu um "caroço" no meu queixo e meu pescoço começou a incomodar. Após tratar do caroço como "espinha" por mais de 1 mês veio o diagnóstico: Linfoma Não-Hodgkin. De cara falei com o meu médico e meu marido que não faria tratamento, sonhava em ser mãe e queria realizar este sonho, depois do parto veríamos como resolveríamos a situação. O médico disse que eu não tinha esta opção, ou Leia mais
    Sempre sonhei em ser Camila Mariana Costa Fonseca Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • Olá pessoal! No dia 02/02/2012 depois de ter realizado uma biópsia de medula óssea tive uma surpresa que me tirou o chão de baixo dos pés. O resultado foi leucemia ou leucemia de células pelosas, um tipo de câncer que ataca acima dos 75 anos conforme informações dos médicos.Eu com 48 anos fui diagnosticado com este tipo de câncer. Minha esposa e meus dois filho ficaram em desespero, mas levantei a cabeça e disse a eles que eu tenho uma chance e eu vou lutar por ela, juro que não é fácil, mas sou bem teimoso. Tive que brigar na justiça para conseguir os medicamentos onde foi possível somente em junho de 2012 dar inicio ao tratamento. Fiz a primeira quimio, mas no segundo dia tive reações e fiquei internado por 17 dias, em isolamento.Graças a Deus tive alta e agora estou em casa. Já terminei as quimio e estou Leia mais
    Olá pessoal! No dia 02/02/2012 depois de ter realizado uma biópsia de medula óssea tive uma surpresa que me tirou o chão de baixo dos pés. O resultado foi leucemia ou leucemia de células pelosas, um tipo de câncer que ataca acima dos 75 anos conforme informações dos médicos.Eu com 48 anos fui diagnosticado com este tipo de câncer. Minha esposa e meus dois filho ficaram em desespero, mas levantei a cabeça e disse a eles que eu tenho uma chance e eu vou lutar por ela, juro que não é fácil, mas sou bem teimoso. Tive que brigar na justiça para conseguir os medicamentos onde foi possível somente em junho de 2012 dar inicio ao tratamento. Fiz a primeira quimio, mas no segundo dia tive reações e fiquei internado por 17 dias, em isolamento.Graças a Deus tive alta e agora estou em casa. Já terminei as quimio e estou bem. Dia 27/05/2013 fiz outra biopsia da medula e constatou que estou bem com uma possibilidade de volta da mesma, mas não constatou infiltração neoplásica na medula. Tudo isto foi possível até aqui por fé em Deus e também pelo apoio de alguns amigos de verdade e principalmente pela minha companheira de todas as horas que é minha esposa. Tudo que passei com ela do meu lado foi mais fácil, mas a luta continua sem medo e com muita esperança! Celio Ailton dos Santos Leucemia Linfoide Crônica - LLC
  • Tenho 53 anos, sou casado e tenho 3 lindos filhos. Em janeiro de 2010, então com 50 anos, passei por uma experiência muito dolorosa. Era final do ano de 2009, entre natal e ano novo e depois de sentir dores horríveis nas costas, fui a um médico no dia 04/01/2010, em um ortopedista. Depois de uma avaliação e alguns RXs (radiografias), foi observado que eu estava com uma fratura na coluna vertebral, especificamente na L2. Foi solicitada então uma ressonância magnética com urgência, o que foi feito uma semana depois. No dia 11/01/2010, o dia mais triste da minha vida, o diagnóstico terrível de Mieloma Múltiplo. Eu nunca tinha ouvido falar, mas já estava avançada a doença, segundo o médico, eu já convivia com isso há pelo menos um ano. Eu estava com inúmeras lesões ósseas e duas fraturas patológicas consumadas pelo menos. Meus ossos estavam quebrando como casca de Leia mais
    Tenho 53 anos, sou casado e tenho 3 lindos filhos. Em janeiro de 2010, então com 50 anos, passei por uma experiência muito dolorosa. Era final do ano de 2009, entre natal e ano novo e depois de sentir dores horríveis nas costas, fui a um médico no dia 04/01/2010, em um ortopedista. Depois de uma avaliação e alguns RXs (radiografias), foi observado que eu estava com uma fratura na coluna vertebral, especificamente na L2. Foi solicitada então uma ressonância magnética com urgência, o que foi feito uma semana depois. No dia 11/01/2010, o dia mais triste da minha vida, o diagnóstico terrível de Mieloma Múltiplo. Eu nunca tinha ouvido falar, mas já estava avançada a doença, segundo o médico, eu já convivia com isso há pelo menos um ano. Eu estava com inúmeras lesões ósseas e duas fraturas patológicas consumadas pelo menos. Meus ossos estavam quebrando como casca de ovo.Naquele dia reunimos a família e choramos muito, muito mesmo. Mas no dia seguinte, era hora de enfrentar a doença. Esse ano tinha sido muito difícil profissionalmente e financeiramente, eu não tinha recursos financeiros, não tinha seguro de vida nem plano de saúde. Recomendado pelo Ortopedista, fui consultar uma Hematologista e Oncologista particular para verificação. Havia suspeita de ser um câncer nos ossos secundário, oriundo da próstata. Depois do exame de Bence Jones foi confirmado o Mieloma Múltiplo.Fui então para um hospital público de Curitiba, onde fui encaminhado com urgência para uma equipe de hematologistas e oncologistas. A situação era grave! Pouco tempo de vida se não fosse feito algo sério e imediato. Depois de passar pela triagem e avaliação criteriosa, a equipe médica veio o protocolo seguinte: seis meses de quimioterapia pesada e se eu suportasse, uma tentativa de Transplante de Medula Óssea. Eu nem sabia o que era isso. Começamos as sessões, eram 21 dias de medicamentos venoso e oral, e descansava 9 dias no mês. Perdi todos os cabelos do corpo e até unha. Sofri demais com enjoos e mal estar…. não comia quase nada. Eu fiquei muito debilitado, pois sou diabético e por conta de um dos medicamentos (dexametasona) corticóide, minha glicemia passava dos 500. Tomava muita insulina e o medo dos médicos era com os rins, pois tomava 11 medicamentos na quimioterapia. Mas a ordem era não desistir e enfrentar tudo com bom ânimo e muita fé. Nunca quis morrer e embora, fraco e debilitado, lutava com as forças que restavam.Sou membro de uma igreja Batista então aliamos a fé à medicina. Família, amigos e muita gente em torcida e oração e eu me apegava muito em Deus e na medicina. Cada sessão de quimio durava 4 horas. Fazia 21 dias e descansava 9 no mês.Qual não foi minha surpresa, quando no 4º ciclo de quimioterapia, recebi a maravilhosa noticia de que o câncer tinha zerado. A equipe médica estava animada. Fomos chamados para uma reunião com o Prof. da TMO, que nos informou um novo desafio. Eu não tinha doador de medula óssea e eu mesmo teria que ser o doador. O que eles chamam de transplante AUTÓLOGO. Fui informado ainda pelo médico que eu tinha que gerar 20 milhões de células por quilo de peso. Eu tenho 70 quilos, portanto teria que gerar 20 milhões X 70 = 1.400.000.000 (Hum bilhão e quatrocentos bilhões de células) e isso ainda vezes dois, pois eles não fariam o transplante se não tivessem o dobro.Essas células tronco ficavam dentro dos ossos na bacia. Tomava um medicamento para estimulá-las a saírem dali e iriam para a periferia, no sangue. Depois de 6 dias apenas e um exame de sangue, foi constatado que haviam 7 bilhões de células tronco na minha corrente sanguí­nea. Foi uma euforia!!!Fui internado e depois da colocação de um cateter, fizeram a coleta das células tronco na nova medula. Descansei 15 dias em casa e depois me internei para o devido transplante. Recebi uma quimioterapia violenta 24 horas antes do transplante onde fiquei com a imunidade praticamente zero, passei muito mal, com feridas e herpes pelo corpo e boca. Foi horrível, não podia comer. Mas no dia 22/07/2010, fizeram o tal transplante….Foi como uma transfusão de sangue, durou uns 20 minutos. Fique isolado e em observação para que ocorresse a tal ‘pega’ da medula. O que, graças a Deus, ocorreu e 15 dias depois eu estava de alta.Tive alta em 04/08/2010 com apenas 17.000 plaquetas e fui para casa observando todos os cuidados para evitar qualquer contaminação.Em 18 de setembro, os médicos me liberaram para viajar e fui para Fortaleza com a famí­lia onde pude descansar e passear e recomeçar a sentir o sabor da vida.O tempo foi passando e eu faço uma aplicação de cálcio mensal (Arédia – Pamidronato dissódico) no hospital onde meus ossos estão se recuperando dia a dia.Estou levando uma vida praticamente normal e muito feliz com o conví­vio da família e dos amigos. Amo viajar e viver a vida com outro sabor e intensamente. Estou à disposição para quaisquer esclarecimentos. Um abraço a todos.Agradeço muito a Deus pela minha vida, pois ele me preservou.ALDO ROBERTO MATTARe-mail: aldomattar@hotmail.comfacebook: Aldo Roberto Mattar(41) 8842-9999
53 anos (19/11/1959)Casado com Rosana MattarPai de 3 filhosProfissão: executivo (afastado)Moro em Curitiba – PR Aldo Roberto Mattar Mieloma Múltiplo
  • Minha história começou em julho de 2010. Quando ao fazer exames de rotina, um doppler da carótida, foi encontrado um nódulo na tireóide. Que após uma biopsia foi constatado um carcinoma papilifero.Fiz cirurgia para retirada da tireóide no Hospital 9 de Julho com Dr. Vergilius J.F. Filho, tratamento seguido por sessão de iodoterapia, e minha doença foi sanada.Em novembro de 2011 fazendo meu exame anual de próstata, o medico notou no toque, o lado esquerdo da próstata um pouco duro, mas como o PSA e Ultrassom estavam normais ele pediu para voltar após 40 dias com novos exames. No meu retorno, mais uma vez o resultado de PSA e Ultrassom estavam normais, e a próstata continuava dura, então foi pedida uma biopsia onde foi constatado um adenocarcinoma na próstata bem no início. Minha cirurgia já estava marcada, quando meu filho André, medico, fazendo residência de cirurgia geral,me disse a respeito Leia mais
    Minha história começou em julho de 2010. Quando ao fazer exames de rotina, um doppler da carótida, foi encontrado um nódulo na tireóide. Que após uma biopsia foi constatado um carcinoma papilifero.Fiz cirurgia para retirada da tireóide no Hospital 9 de Julho com Dr. Vergilius J.F. Filho, tratamento seguido por sessão de iodoterapia, e minha doença foi sanada.Em novembro de 2011 fazendo meu exame anual de próstata, o medico notou no toque, o lado esquerdo da próstata um pouco duro, mas como o PSA e Ultrassom estavam normais ele pediu para voltar após 40 dias com novos exames. No meu retorno, mais uma vez o resultado de PSA e Ultrassom estavam normais, e a próstata continuava dura, então foi pedida uma biopsia onde foi constatado um adenocarcinoma na próstata bem no início. Minha cirurgia já estava marcada, quando meu filho André, medico, fazendo residência de cirurgia geral,me disse a respeito da cirurgia Robótica, método preciso e menos agressivo. Lá fomos nós eu, Angelina minha mulher e Andre para a consulta. O médico jovem porém muito competente, Dr. Carlo Passerotti chefe do Instituto da próstata no Hospital Osvaldo Cruz. Diante dele na consulta eu minha mulher e meu filho começamos a ouvir as explicações do Dr. Passerotti com as vantagens da cirurgia Robótica onde no final acabei optando por ela, fui operado em fevereiro de 2012. A recuperação foi rápida e a cirurgia nota 10. E novamente eu estava bem e agradecido pela cura da minha doença.Em maio de 2012 apareceu uma herpes de zoster seguida de dores no corpo. Quando depois de procurar tratamentos sem sucesso, minha mulher me levou a Reumatologista Drª Elaine Azevedo, que após pedir alguns exames juntamente com meu filho, foi constatada uma anemia acentuada sem razão. Após a solicitação de novos exames, foi constatado um Mieloma Múltiplo. E eu mais uma vez segui, orientado pelo meu filho e pela minha Reumatologista, a um oncologista na área de hematologia do Hospital Sírio e Libanês com consulta já previamente marcada pelo meu filho. E eu, mais uma vez, me encontrava doente e ainda com duas costelas quebradas com o enfraquecimento dos ossos devido ao câncer de medula. Fiquei em tratamento de julho de 2012 a 20 de novembro fazendo quimioterapias semanais. No dia 21 de novembro fiz o transplante de medula autólogo,que foi um sucesso, com a pega da medula em 15 dias e com remissão total do mieloma. Hoje tenho que agradecer primeiramente a Deus por mais uma vez ter me ajudado a obter a cura. Pela equipe médica do Dr. Celso Arrais, que peço desculpas se me esquecer de alguns, Dr. André, Dr. Erik, Dr. Antonio (vascular) Dr. Batata. Aos enfermeiros, os quais eu os chamava de Anjos, o meu muito obrigado, vocês também foram muito importantes para minha recuperação. Enfim meu agradecimento aqueles que me ajudaram a estar aqui hoje podendo dar esse depoimento. Dr. Vergilius, Dr. Carlo Passerotti e a toda a equipe do Dr. Celso Arrais.Não poderia deixar de falar da importância e dedicação da minha mulher e meu filho, que foram muito importante nesse período todo das minhas doenças, me dando apoio e me encorajando. Sergio Carbone Mieloma Múltiplo
  • Meu nome é Sarah, tenho 24 anos, sou advogada. Descobri que estava com linfoma de hodgkin em maio de 2014, porém desde o final do ano passado que vinha sofrendo seus sintomas mas não sabia o que era. Tudo começou com fortes dores nas costas e que com o tempo foi piorando, acordava suada e muito enjoada, com falta de ar e, também, vinha me sentindo muito fraca, sem energia para certas atividades. Até que fui a um médico de coluna e este não viu nenhum problema na minha lombar e passou alguns remédios. As dores continuaram e os sintomas também. Procurei um reumatologista que me pediu um raio x da coluna e me indicou fazer pilates e rpg. Entrei no pilates e até então as dores foram diminuindo, até que surgiram uns gânglios na axila e na virilha que me chamaram a atenção. Acabei procurando uma ginecologista que me Leia mais
    Meu nome é Sarah, tenho 24 anos, sou advogada. Descobri que estava com linfoma de hodgkin em maio de 2014, porém desde o final do ano passado que vinha sofrendo seus sintomas mas não sabia o que era. Tudo começou com fortes dores nas costas e que com o tempo foi piorando, acordava suada e muito enjoada, com falta de ar e, também, vinha me sentindo muito fraca, sem energia para certas atividades. Até que fui a um médico de coluna e este não viu nenhum problema na minha lombar e passou alguns remédios. As dores continuaram e os sintomas também. Procurei um reumatologista que me pediu um raio x da coluna e me indicou fazer pilates e rpg. Entrei no pilates e até então as dores foram diminuindo, até que surgiram uns gânglios na axila e na virilha que me chamaram a atenção. Acabei procurando uma ginecologista que me avaliou e suspeitou que o que tinha na axila poderia ser uma terceira mama e na virilha uma hernia inguinal, e assim , passou exames de sangue e também ultrassom dessas regiões.Foi aí que descobri que estava com algo errado. Os exames de sangue estavam alteradíssimos e nas regiões da axila e virilha, bem como no pescoço, estavam com muitos linfonodos e a medica que fez a ultrassom pediu para procurar um hematologista. Fiz a biopsia do gânglio e da médula e aí foi confirmado que eu estava com linfoma de hodking e, por meu estado clinico, ja estava no estagio 4b, logo depois confirmado pelo pet scan.Minha ficha só caiu quando saíram os resultados de todos os exames, pois para mim eu estaria apenas com alguma infecção e minha família estaria se preocupando à toa. Mas, não foi bem assim. Quando soube que tinha câncer eu não acreditei, afirmava que eu não poderia ter câncer, pois sempre gostei de fazer atividades físicas, de me alimentar direito e de ter uma vida tranquila, mas depois descobri que não é bem assim. Comecei meu tratamento rápido, o começo foi muito difícil pois tudo que é novo nos amedronta e também só a palavra quimioterapia me dava náuseas e medo, pois o que sempre via nas novelas e filmes era algo muito sofrido. Perdi na época minha festa de formatura que vinha planejando há muito tempo, isso me deixou muito triste, mas óbvio que a vontade de ficar curada me motivou. Os amigos, namorado e família foram fundamentais nessa batalha e, saibam amigos, o psicológico é 50% nessa jornada.Hoje estou há um mês na minha remissão, como minha medula estava contaminada depois que terminei as quimioterapias, tive que fazer uma nova biopsia da medula para confirmar de vez o que o último pet scan demonstrou, que a minha doença estava negativa.E a vida continua, adotei nesse tempo do tratamento um mantra que meu pai pediu para sempre ter em mente e que apesar de curto fez um bom efeito, esse mantra diz : Tudo Passará! Sarah Maia Holanda Linfoma de Hodgkin - LH
  • Melina “Há 24 dias recebi uma notícia que nenhum jovem entre seus 20-30 anos deveria receber na vida. "Você tem um tumor no mediastino". Uma bomba de repente cai e leva tudo ao seu redor, a vida para, uma rasteira repentina e inacreditável, o sentimento a princípio é de total desespero, negação, medo, "Mas estava tudo tão bem na minha vida, como isso está acontecendo?" A ficha não cai por nada desse mundo, a primeira coisa que vem à cabeça é, "Por que eu? Isso não é justo". Um sentimento indescritível de desespero que só quem já passou pode entender. Da biópsia até o resultado foram longas e angustiantes 2 semanas e enfim o diagnóstico de Linfoma de Hodgkin. Não é fácil aceitar, em nenhum momento da vida, que se tem câncer, imagina aos 24 anos. Mas como eu ouvi de algumas pessoas, e acredito, é que Deus não coloca em nosso Leia mais
    Melina “Há 24 dias recebi uma notícia que nenhum jovem entre seus 20-30 anos deveria receber na vida. Sergio Botelho Linfoma de Hodgkin - LH
  • Meu querido Cassinho nas férias de julho de 2012 na casa da avó, estava brincando com as primas de pintar e me disse que não estava conseguindo pintar, nem escrever o nome. Em um primeiro momento pensei que por estar em férias pudesse ter esquecido ou estar brincando, falei para ele parar de brincadeira e pintar logo. Ele não conseguia. Eu disse a ele: "te dou 10,00 se você escrever seu nome" (porque o Cássio sempre junta o dinheirinho dele em um cofrinho), mas ele não conseguiu. Estava no interior, iria deixá-lo em minha mãe durante a semana para trabalhar, mas peguei-o no mesmo momento e levei-o um Pronto Socorro de referência em São Paulo, passou pelo Ortopedista, Pediatra e Neurologista que me deram o diagnóstico equivocado de lesão no nervo da mão. Passou uma semana tomando anti-inflamatório e nada de melhorar, levei-o a um outro neurologista que confirmou o Leia mais
    Meu querido Cassinho nas férias de julho de 2012 na casa da avó, estava brincando com as primas de pintar e me disse que não estava conseguindo pintar, nem escrever o nome. Em um primeiro momento pensei que por estar em férias pudesse ter esquecido ou estar brincando, falei para ele parar de brincadeira e pintar logo. Ele não conseguia. Eu disse a ele: Viviane Guimaraes Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • "Estava eu de férias na praia em Julho de 2013 quando ao tomar banho de mar senti uma ardência nas pernas. Chegando a casa e ao tomar ducha verifiquei que tinha umas manchas nas pernas. Regressando de férias após 3 semanas, sempre com a erupção cutânea a aumentar fui ao dermatologista que mandou fazer uma biópsia á pele danificada cujo diagnóstico detectou fase inicial de Micose Fungóide (que acomete preferencialmente a pele) e que é uma das características do linfoma cutâneo de celulas T.Julgava eu por ter feito naquela altura análises de sangue e urina e exame do coração que tudo estava bem, mas já tinha um linfoma no meu corpo. Pode-se concluir que não somos ninguém nesta vida. Em face de este drama que estou a viver pensei recorrer á Abrale para divulgar o meu caso e perguntar se há alguém neste espaço informático que me possa ajudar a Leia mais
    Carlos Pereira Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • Fui vitorioso ao superar um câncer linfático (linfoma não Hodgkin). Por isso, compartilho de maneira objetiva o resumo das estratégias que usei durante o tratamento, pois pode ser útil às pessoas que passam pela mesma situação.O segredo do sucesso, para mim, se resumiu a muita disciplina e métodos alternativos. Não descansei até chegar à cura. De acordo com o oncologista que me tratou, mais de 70% da cura do câncer depende do paciente. Então, acreditei no meu poder interior e fiz o seguinte:1. A luta é solitária. A força para vencer a doença vem de dentro para fora. Por mais solidariedade que tivesse, eu sabia que para combater a doença a luta era solitária. Recebi muita solidariedade, mas as pessoas queridas não poderiam me substituir no campo de batalha, por mais que tentassem, porque a doença era minha, estava no meu corpo, e não no corpo delas.2. Era o inimigo, o Leia mais
    Fui vitorioso ao superar um câncer linfático (linfoma não Hodgkin). Por isso, compartilho de maneira objetiva o resumo das estratégias que usei durante o tratamento, pois pode ser útil às pessoas que passam pela mesma situação.O segredo do sucesso, para mim, se resumiu a muita disciplina e métodos alternativos. Não descansei até chegar à cura. De acordo com o oncologista que me tratou, mais de 70% da cura do câncer depende do paciente. Então, acreditei no meu poder interior e fiz o seguinte:1. A luta é solitária. A força para vencer a doença vem de dentro para fora. Por mais solidariedade que tivesse, eu sabia que para combater a doença a luta era solitária. Recebi muita solidariedade, mas as pessoas queridas não poderiam me substituir no campo de batalha, por mais que tentassem, porque a doença era minha, estava no meu corpo, e não no corpo delas.2. Era o inimigo, o câncer, e eu. Como não havia como trazer ninguém mais para as batalhas, sempre fui receptivo às orações que recebi. Eram as forças externas. Eu as usei para tirar a força interior para o combate. Foi decisivo.3. Nunca fiquei revoltado com a doença. A revolta com a doença só diminui as nossas preciosas forças que são necessárias para combater o câncer. Pessoas que aceitam que estão enfermas procuram formas de obter a cura. 4. Jamais procurei saber a causa do aparecimento do câncer. Não importava a causa. Eu precisava das forças para lutar contra o monstro.5. Exercitei o autoperdão. Afastei o sentimento de culpa que aflige muitas pessoas doentes, pois não serve para dar ânimo. Ao contrário, só causa sofrimento. O melhor é exercitar o autoperdão. Por isso, tive complacência comigo mesmo.6. Fui tolerante com as minhas fraquezas. Meu objetivo era fazer explodir as forças interiores ocultas que todos os seres humanos possuem. Assim, não quis ser super-humano durante as fases de maior debilidade. 7. Tive cuidados com as terapias alternativas. Pessoas bem intencionadas sempre fazem sugestões milagrosas. Tive cuidados. Não usei, por exemplo, o chá de folha de graviola. O aveloz, também, “in natura” pode causar intoxicação. Sempre pesquisei e selecionei as opções de terapia alternativa. Não aceitava nada antes de refletir ou conversar com os médicos.8. Encarei o câncer como uma corrida de obstáculos. A cada vitória eu comemorava intensamente.9. O corpo precisa descansar. É preciso descobrir os momentos em que o descanso é importante. A luta árdua deve recomeçar no tempo certo, com as energias renovadas.10. Sempre tive muitos momentos em que a energia aflorava espontaneamente. Nesses casos, eu me reforçava de otimismo para enfrentar os momentos de fraqueza.11. O cérebro entende de coisas concretas. Criei na imaginação um monstro fictício, que eu enfrentava em meditações todos os dias. Com o tempo, esse monstro foi se afastando e encolhendo.12. As meditações fizeram parte dos meus métodos. Desenvolvi vários métodos próprios. Todos eles funcionaram. O princípio é sempre o mesmo, baseado na respiração.13. As sessões de quimioterapia e radioterapia eram rituais para mim. Meditei em todas elas, esforçando-me para que meu corpo absorvesse ao máximo os medicamentos e as radiações.14. Pratiquei exercícios físicos. Com orientação médica e sem agredir meu organismo. O linfoma que tive, Não-Hodgkin, de grandes células B, grau 2, mediastino e pescoço, era muito agressivo. Mesmo assim, consegui fortalecer meu organismo durante o tratamento.15. Minha respiração estava programada 24 horas do dia. Na meditação eu dava o comando do cérebro consciente para o cérebro inconsciente. Era assim: na inspiração eu sugava uma célula sadia. Na expiração, a célula sadia inspirada expulsava uma célula doente. Era uma célula sadia por uma doente, para preservar o equilíbrio orgânico.16. Tive um momento decisivo para reforçar a minha determinação, pois pensei que venceria o câncer só com a quimioterapia. Depois de oito sessões de quimioterapia restavam ainda 20% do tumor. Não fiquei abatido. Ao contrário, fiquei mais otimista e combativo. Nunca iria me deixar derrotar. Afinal, a luta era pessoal e nunca pensei na possibilidade de derrota.17. O cérebro não pode ter dúvidas. A neurociência explica isso. Nunca pense: “acho que vou vencer”. Sempre diga: “Tenho certeza da vitória”. Assim, o cérebro trabalha a nosso favor.18. Nunca descuidei da alimentação durante o tratamento. Foi necessário disciplina e pesquisar alimentação saudável. A pessoa que tem câncer pode ter anemia, um dos efeitos do tratamento. Consultar nutricionistas é importante.19. Nas caminhadas e corridas meu cérebro era trabalhado. Com autorização médica para os exercícios, cada passo meu representava a troca de células doentes por células sadias, com base nas vibrações causadas da terra para o meu corpo. Eram duas as frentes de combate: a respiração e as passadas.Sugestões:1. Não se conforme com resultados ruins de exames. A neurociência prova que o nosso cérebro aceita as informações negativas e trabalha contra nós. Não devemos nos conformar com as informações ruins. É preciso ter a obsessão positiva para reverter quadros desfavoráveis. Isso é possível.2. Milhões de pessoas, que foram até desenganadas pelos médicos, sobreviveram espetacularmente contra todos os diagnósticos pessimistas. Conheço inúmeros casos. A medicina está muito evoluída e os tratamentos são eficazes. A esperança é mola propulsora nesses casos.3. Sugestões de meditação: a mente consciente deve dar as ordens para a mente inconsciente. Toda noite, ao se deitar, relaxe todos os músculos. Respire lentamente e pense: “Tenho o poder de sufocar as células de câncer. Sou muito mais poderoso que a doença”. Por algum tempo, crie uma imagem como, por exemplo, um arquivo de computador transferindo mensagens da mente consciente para a mente inconsciente.4. O cérebro só entende dados concretos. Nós não temos acesso à mente abstrata. Seria como imaginar a forma que Deus tem. Para combater o que não vemos, como é o caso do câncer, precisamos de imagens, é claro, imaginárias. Assim, o cérebro saberá quem é o inimigo a vencer.5. As meditações devem ser praticadas à noite. O cérebro em repouso tem maior poder para criar as conexões com o inconsciente. Dessa forma, a nossa mente será a maior aliada no combate à doença.6. Ao amanhecer, faça uma oração agradecendo a Deus pela transferência noturna e repita a meditação feita à noite. Depois, sinta mentalmente cada parte do corpo, relaxando-o. Se houver alguma tensão em algum músculo, por exemplo, direcione o pensamento para essa parte. Pense positivamente na cura. É importante gravar mensagens otimistas no cérebro. A luta será vencida se o seu inconsciente compreender o esforço.7. Após o almoço, deite-se e repita as meditações da noite e do amanhecer. Essa fase é a da confirmação, para que o cérebro não esqueça o compromisso que tem com você.8. Namore a si mesmo. Goste do seu corpo. Fique em frente ao espelho e pense assim: “Tenho um corpo, que abriga um espírito e uma mente saudável e poderosa. Deus me fez forte para enfrentar as tormentas. Meu corpo, minha mente e meu espírito estão unidos em harmonia. E vão superar o monstro, que já está se reduzindo e desaparecendo em face da minha força”.9. Sua vida deve ser de obsessão. Durante cada segundo de suas 24 horas, você estará permanente ligado para vencer. Por isso, é importante que durante o sono o processo de superação da doença continue incessante e obstinadamente.10. Tenha simpatia por disciplina e métodos. Serão necessários muitos caminhos. Muitos deles serão construídos por você mesmo. A disciplina é importantíssima para obter resultados satisfatórios.O que redigi acima resume quase tudo o que fiz. No meu livro, “O templo dos guerreiros”, abordo muitas questões de maneira simples e objetiva. Algumas delas, por exemplo, como enfrentar a fisionomia de piedade das pessoas com quem o doente tem contato; ou como agir diante da perda de cabelos e da fisionomia debilitada; contar às pessoas sobre a doença ou escondê-la.Repasso no livro, também, técnicas de meditação e formas otimistas de vencer dificuldades. Faço, ainda, várias reflexões sobre o combate ao câncer, além de expor métodos que possuem comprovação científica. Danilo Vilela Prado Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • Câncer tem cura, basta acreditar!Minha história começou em julho de 2011, onde com uma forte dor no tórax realizei tomografia que constatou uma massa tumoral de 13cm e logo com a biopsia o diagnóstico, Linfoma não Hodgkin de Grandes células B de Mediastino (região do tórax).Comecei o meu tratamento em agosto de 2011 (SP) com quimioterapia e radioterapia, finalizei em fevereiro de 2012 com sucesso e sem nem ao menos uma internação, apenas tratamento ambulatorial.Hoje estou seguindo para o terceiro ano de cura, com retorno ao médico a cada 6 meses, apenas para controle.Passei por uma fase difícil, perda do cabelo, idas ao hospital por diversos dias seguidos, mas quando se confia nas promessas de Deus nada é impossível, eu acreditei, confiei e hoje estou curada pra contar minha história de superação!Por isso digo, quem estiver passando por essa doença, não desista, seja forte e acredite na cura, ela existe Leia mais
    Câncer tem cura, basta acreditar!Minha história começou em julho de 2011, onde com uma forte dor no tórax realizei tomografia que constatou uma massa tumoral de 13cm e logo com a biopsia o diagnóstico, Linfoma não Hodgkin de Grandes células B de Mediastino (região do tórax).Comecei o meu tratamento em agosto de 2011 (SP) com quimioterapia e radioterapia, finalizei em fevereiro de 2012 com sucesso e sem nem ao menos uma internação, apenas tratamento ambulatorial.Hoje estou seguindo para o terceiro ano de cura, com retorno ao médico a cada 6 meses, apenas para controle.Passei por uma fase difícil, perda do cabelo, idas ao hospital por diversos dias seguidos, mas quando se confia nas promessas de Deus nada é impossível, eu acreditei, confiei e hoje estou curada pra contar minha história de superação!Por isso digo, quem estiver passando por essa doença, não desista, seja forte e acredite na cura, ela existe basta acreditar!#FOCO #FORÇA #FÉ Forte abraço a todos guerreiros!!! Fabiana Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • No ano de 2013, exatamente no domingo de páscoa, meu pai começou a sentir-se mal e ao passar do tempo ele foi piorando e ficando cada vez mais fraco e perdendo seu peso. Em maio desse mesmo ano ele foi diagnosticado com câncer até então no reto de 4 cm e no intestino de 9 cm como adenocarcinoma. Seu estado foi se agravando e ele fez a cirurgia de retirada dos tumores onde na verdade foram descobertos 2 tumores de reto como adenocarcinoma e o do intestino como Linfoma não-Hodgkin de grandes células b. O médico disse que isso é raro como ganhar na loteria para o lado ruim, mas ele se recuperou significativamente da cirurgia e a cada dia sua melhora era notada. Logo ele começou o tratamento para o tumor de reto que apesar de menor era mais agressivo. Fez 25 dias de radioterapia e de quimioterapia oral, sem Leia mais
    No ano de 2013, exatamente no domingo de páscoa, meu pai começou a sentir-se mal e ao passar do tempo ele foi piorando e ficando cada vez mais fraco e perdendo seu peso. Em maio desse mesmo ano ele foi diagnosticado com câncer até então no reto de 4 cm e no intestino de 9 cm como adenocarcinoma. Seu estado foi se agravando e ele fez a cirurgia de retirada dos tumores onde na verdade foram descobertos 2 tumores de reto como adenocarcinoma e o do intestino como Linfoma não-Hodgkin de grandes células b. O médico disse que isso é raro como ganhar na loteria para o lado ruim, mas ele se recuperou significativamente da cirurgia e a cada dia sua melhora era notada. Logo ele começou o tratamento para o tumor de reto que apesar de menor era mais agressivo. Fez 25 dias de radioterapia e de quimioterapia oral, sem nenhum efeito colateral, após esse processo ele foi encaminhado a tratar do linfoma com quimioterapia de R-CHOP internado para exames de sangue uma vez no mês e para sua quimioterapia, isso durante 6 meses sem interrupção, era difícil ficar no hospital por 5 dias, mas eram dias de felicidade, pois ele passava pelo tratamento de quimio sem sentir absolutamente nada. Venho contar pra vocês nossa história, pois muitas vezes vim aqui buscar relatos assim, de superação, e digo que nossa fé cura, que Deus é o médico dos médicos que quando tudo parece estar perdido ele levanta anjos como médicos, enfermeiros, hospitais, amigos e sites com pessoas prontas a te ajudar como este. Uma paciente de câncer luta pra viver e basta ser forte, acreditar, ter fé e ser acolhido e amparado pela sua família e pessoas que o cercam. Meu pai ainda está em tratamento, mas eu creio que completamente curado, Deus lhe deu uma nova vida e levantou médicos dispostos a fazer o possível para que hoje estivéssemos bem, para contar esse relato. Tenha força, tenha fé, esperança, pois com Deus e com a medicina tudo é possível e a cura do câncer é difícil, mas é POSSÍVEL. Desejo a todos os familiares e pacientes que estão passando por isso que creia, ore, tenha fé e esperança, porque a sua cura vai chegar. Beijos e fiquem com Deus, pois com ele TUDO é possível. Tuany Linfoma não-Hodgkin - LNH
  • Tudo começou em janeiro de 2011, estava sentindo muito cansaço, muito desanimo não conseguia fazer nada, poderia até ser normal pois estava amamentando meu filho que tinha 9 meses na época. Mas logo apareceu um carocinho bem pequeno do lado direito do pescoço juntamente com dores na garganta, fez até o primeiro médico diagnosticar uma infecção de garganta, tomei benzentacil e voltei para casa. Um mês depois os sintomas não passavam e o carocinho já havia aumentado um pouco e aparecera outro do outro lado do pescoço juntamente com febre todos os dias a tarde, emagrecimento e muita fraqueza. Voltei ao médico e ela achou muito estranho, pediu que levantasse os braços e apalpando as axilas sentiu mais dois caroços um em cada axila. Pediu que eu fizesse vários exames que nada constaram a não ser uma anemia, mas eu piorava: sudorese noturna, os caroços cresciam muito a cada dia o Leia mais
    Tudo começou em janeiro de 2011, estava sentindo muito cansaço, muito desanimo não conseguia fazer nada, poderia até ser normal pois estava amamentando meu filho que tinha 9 meses na época. Mas logo apareceu um carocinho bem pequeno do lado direito do pescoço juntamente com dores na garganta, fez até o primeiro médico diagnosticar uma infecção de garganta, tomei benzentacil e voltei para casa. Um mês depois os sintomas não passavam e o carocinho já havia aumentado um pouco e aparecera outro do outro lado do pescoço juntamente com febre todos os dias a tarde, emagrecimento e muita fraqueza. Voltei ao médico e ela achou muito estranho, pediu que levantasse os braços e apalpando as axilas sentiu mais dois caroços um em cada axila. Pediu que eu fizesse vários exames que nada constaram a não ser uma anemia, mas eu piorava: sudorese noturna, os caroços cresciam muito a cada dia o mau estar era horrível! Então a médica pediu uma biopsia dos nódulos que só consegui depois de muita luta pois tive que enfrentar os obstáculos do SUS, mas enfim quando saiu o laudo meu mundo desabou, era Linfoma não-Hodgkin.A hematologia do Hospital do Câncer em Goiânia assumiu meu caso e começou minha batalha, 8 sessões de quimioterapia e logo depois Transplante de Medula Óssea autólogo. Não foi fácil lidar com a queda dos cabelos logo na primeira quimio, o mau estar, mas tudo passei com muita fé e força de vontade e principalmente por causa do meu filho que era tão pequeno e da minha família que me apoiava muito.Hoje estou com dois anos e sete meses de remissão, nunca mais senti nada e ganhei um grande presente com dez meses de TMO, descobri que estava grávida, sem nenhum tratamento para preservar a fertilidade antes do tratamento e nem depois, naturalmente. Foi um grande presente que nasceu perfeito e saúdavel quando provavelmente só teria o filho que já tinha antes do tratamento, me sinto ótima com meus filhos e só tenho que agradecer a Deus, ao Dr. Cesar Bariane e toda sua equipe do TMO do Hospital do Câncer em Goiânia onde conheci a Abrale. E agradeço também a Abrale que me ajudou muito, conhecendo mais sobre essa doença e me fortalecendo com as publicações das experiencias de outras pessoas que também venceram essa batalha! Soraia Fagundes Linfoma não-Hodgkin - LNH
  •   “Eu sempre fui sonhadora é isso que me mantém viva... o aprendizado foi duro e mesmo diante desse revés não parei de sonhar, fui persistente.” Realmente a vida é um livro... a cada dia que passa escrevemos um capítulo a mais nesse livro... e na minha não poderia ser diferente... Vivendo de alegrias e tristezas. Sou uma menina sonhadora, me chamo Leydiane, vivo intensamente cada minuto de meus 26 anos, entre sorrisos e lágrimas. Mas não se engane sou uma mulher forte, decidida, que faz de tudo para ser feliz, luta como pode para conseguir realizar os seus sonhos, alguns já foram realizados... mas outros ainda não estão nem na metade... Vivo sorrindo bonito, e deixo os outros querendo saber qual o segredo que me faz tão feliz, apesar de tudo que tenho passado... Sou aquela que agradece a Deus por ter o privilégio de amar e ser amada. Leia mais
     
“Eu sempre fui sonhadora é isso que me mantém viva... o aprendizado foi duro e mesmo diante desse revés não parei de sonhar, fui persistente.” Realmente a vida é um livro... a cada dia que passa escrevemos um capítulo a mais nesse livro... e na minha não poderia ser diferente... Vivendo de alegrias e tristezas. Sou uma menina sonhadora, me chamo Leydiane, vivo intensamente cada minuto de meus 26 anos, entre sorrisos e lágrimas. Mas não se engane sou uma mulher forte, decidida, que faz de tudo para ser feliz, luta como pode para conseguir realizar os seus sonhos, alguns já foram realizados... mas outros ainda não estão nem na metade... Vivo sorrindo bonito, e deixo os outros querendo saber qual o segredo que me faz tão feliz, apesar de tudo que tenho passado... Sou aquela que agradece a Deus por ter o privilégio de amar e ser amada. Vivendo a vida da melhor maneira possível. Esquecer a doença e enfrenta-la de peito aberto, levando uma vida normal – até certo ponto, é claro - com direito até os eventuais puxões de orelha.VITÓRIA... é com essa palavra que eu defino a minha vida. Só que duas vitórias em minha vida, tem um sabor especial: as vitórias sobre o câncer. Na adolescência fase muito boa na vida de qualquer pessoa, a fase de escolhas a serem feitas, de aproveitar bem a vida, a minha teve um sabor a mais... além de todas as maravilhas vividas por um adolescente, a minha teve um sabor de aprendizado-valorizado. Vivia minha vida sem grandes tempestades, como qualquer adolescente. Até que passei por um grande vendaval: aos 17 anos a descoberta do câncer. Precisava lutar com um inimigo que não era visível aos meus olhos, era somente visível as máquinas de cintilografias, raio-x, tomografias, e estava dentro de mim. Agarrei com unhas e dentes, a minha fé. Com um grande apoio da minha família, principalmente da minha mãe, que ao lutar ao meu lado, abriu mão de sua própria vida, do seu trabalho, para ir comigo a Salvador. As minhas irmãs: Beta, Fá e Tati, meu pai que mesmo com seu problema com bebida, era um pai presente-ausente. O meu cunhado Ricardo que além de seus conhecimentos como médico, seus conhecimentos vividos foram mais importantes, foi além de cunhado, um irmão, um tio, um amigo, foi um PAI, e aos meus amigos e colegas (inesquecíveis que me ajudaram nessa luta) e ao meu namorado Júnior que mesmo na distância se fazia presente todos os dias com suas ligações e mensagens. Te amo meu Inho. Até mesmo as pessoas que não me conheciam, me ajudaram através da fé. Passei por biopsias, quimioterapias e meus cachinhos começaram a cair e finalizando com a radioterapia.Independentemente de qualquer coisa a minha força de vontade em vencer aquele inimigo era cada dia maior. A forma como você vive a doença influencia a sua cabeça, para o bem ou para o mal. Ao mesmo tempo em que eu passava por tudo aquilo a minha vontade de me tornar profissional na área da saúde era cada vez maior. A cada dia que passava eu pedia força para lutar por minha vida e um dia conseguir realizar o meu sonho. Por fim triunfou: Venci o câncer. Nesse período terminei o ensino médio, me formei para trabalhar na profissão que tanto amo: ser professora infantil. E outro sonho: passar no vestibular. Quatro dias após fazer quimioterapia fui enfrentar mais esse desafio e mais uma outra vitória em minha vida: Passei no vestibular para Matemática, e comecei a cursá-la no ano seguinte. E assim foram quase dois anos da minha vida: entre revisões em Salvador, faculdade, trabalho, festas, namoro... uma típica vida de adolescente pós ensino médio.Mas em setembro de 2008, em um dos meus exames de rotina houve uma suspeita de recidiva da doença e foi confirmada em janeiro de 2009. Aos 20 anos foi travada uma nova batalha contra esse inimigo invisível aos meus olhos. Passei por biopsias novamente, quimioterapia e meus cabelos que não eram mais cachinhos caíram completamente. Fui encaminhada a São Paulo para fazer o transplante de medula óssea, após uma série de quimioterapias realizadas em Salvador. Em 10 de agosto, foi o grande dia: O dia do Transplante. Aos 21 anos a VITÓRIA. Com sete meses de tratamento, o mesmo foi finalizado com o transplante de medula óssea. Por fim o triunfo sobre o câncer novamente. A minha força de vontade, e daqueles que rodeavam e a minha fé em Deus, me ajudaram. Neste período, Deus me concebeu uma grande glória: Fui contemplada com uma bolsa de estudos integral, aqui nesta Instituição pelo PROUNI. E hoje estou aqui 5 anos e 6 meses pós-transplante, aos 26 anos, Biomédica, feliz e agradecida a Deus por cada instante vivido em minha vida! Quem passa pelo câncer amadurece. Câncer não é catapora. Afinal, a adolescência é a fase da vida em que você quer mais liberdade e, de repente você se vê preso na gaiola da doença. Estou mais responsável com a saúde, não apenas com ela e sim com as demais áreas da minha vida. Então a cada dia que passa sempre busco dar um passo a meu favor para que a minha vida continue sendo esse mar de vitórias!!! Leydiane Rebouças Públio Linfoma de Hodgkin - LH
  • No final de março de 2013 eu tinha recém completos 16 anos. Eu tinha uma vida saudável e praticava esportes, porém não fazia exames de sangue desde pequena. Um dia meu pai notou uma protuberância na minha barriga e me levou para fazer um ultrassom, descobrimos que meu baço estava aumentado (o dobro de seu tamanho normal) e que eu precisaria procurar um hematologista. Já na primeira consulta o médico me diagnosticou com suspeita de LMC e o hemograma alterado só confirmou nossas suspeitas. Na época, entrei em desespero, procurei em sites para tentar entender minha doença mas não conseguia achar nada compatível ao meu caso, nunca encontrei depoimentos de pessoas tão jovens como eu com LMC. Comecei meu tratamento com Glivec, mas após 6 meses de muitas náuseas, o resultado do BCR-ABL mostrou que o Glivec não tinha efeito em mim. Troquei de rémedio e fui para o Sprycel, a Leia mais
    No final de março de 2013 eu tinha recém completos 16 anos. Eu tinha uma vida saudável e praticava esportes, porém não fazia exames de sangue desde pequena. Um dia meu pai notou uma protuberância na minha barriga e me levou para fazer um ultrassom, descobrimos que meu baço estava aumentado (o dobro de seu tamanho normal) e que eu precisaria procurar um hematologista. Já na primeira consulta o médico me diagnosticou com suspeita de LMC e o hemograma alterado só confirmou nossas suspeitas. Na época, entrei em desespero, procurei em sites para tentar entender minha doença mas não conseguia achar nada compatível ao meu caso, nunca encontrei depoimentos de pessoas tão jovens como eu com LMC. Comecei meu tratamento com Glivec, mas após 6 meses de muitas náuseas, o resultado do BCR-ABL mostrou que o Glivec não tinha efeito em mim. Troquei de rémedio e fui para o Sprycel, a partir dai minha vida voltou a ser o que era antes e meu baço voltou ao tamanho normal. Tomo remédio 1 vez ao dia e vivo uma vida normal, convivo com a leucemia a quase 2 anos e não aparento estar doente ou me sinto mal. A LMC é rara, especialmente na minha idade e espero ajudar outros jovens que possam estar passando pelo que passei e passo atualmente!! Ana Carolina Souza Pinto Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • Oi sou Lucas, tenho 23 anos e a pouco tempo recebi o diagnóstico de LMC.Antes desta descoberta me considerava uma pessoa saudável, pois ao longo de minha vida nunca apresentei nenhum sintoma o qual pudesse me preocupar ou que eu pudesse considerar como algo sério. Costumava suar muito a noite tanto no inverno quanto no verão, mas achei que era normal.Prestei serviço militar, fazia atividade física (futebol) três vezes na semana, fui doador de sangue e aparentemente estava tudo normal.Até que junho de 2013 estava trabalhando com vendas externas, fiquei muito exposto a chuva, o que resultou numa gripe muito forte e um quadro febril muito alto, tão alto a ponto de encharcar as cobertas durante a noite. Também foi nesse período que notei um inchaço incomum no abdome como se fosse um grande "caroço". Procurei um posto de saúde o médico solicitou uma bateria de exame. No mesmo dia Leia mais
    Oi sou Lucas, tenho 23 anos e a pouco tempo recebi o diagnóstico de LMC.Antes desta descoberta me considerava uma pessoa saudável, pois ao longo de minha vida nunca apresentei nenhum sintoma o qual pudesse me preocupar ou que eu pudesse considerar como algo sério. Costumava suar muito a noite tanto no inverno quanto no verão, mas achei que era normal.Prestei serviço militar, fazia atividade física (futebol) três vezes na semana, fui doador de sangue e aparentemente estava tudo normal.Até que junho de 2013 estava trabalhando com vendas externas, fiquei muito exposto a chuva, o que resultou numa gripe muito forte e um quadro febril muito alto, tão alto a ponto de encharcar as cobertas durante a noite. Também foi nesse período que notei um inchaço incomum no abdome como se fosse um grande Lucas de Oliveira Rodrigues Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • Para minha família. Antes de começar a contar minha história, sou obrigado a fazer um breve resumo de quem sou.Por toda minha vida, sempre fui um esportista, joguei basquete durante muito tempo. Tenho 1,93 cm de altura e peso 95 kg. Minha família é unida e feliz. Numa noite de julho de 2001, ao sair de uma festa, fui obrigado a empurrar o carro ladeira acima devido a uma pane elétrica. Foi um esforço sobre-humano, mas pessoalmente gratificante. Coisas de homem... Jamais imaginaria que a partir desse momento minha vida se tornaria um pesadelo tão grande... por mais de três anos!E a dor não cediaNo dia seguinte ao esforço, acordei com uma dor incômoda nas costas. Passados três dias, a dor não cedia e resolvi procurar um hospital municipal, já que não tinha plano de saúde. Após uma avaliação clínica, o diagnóstico foi uma contratura muscular com prescrição de analgésicos e anti-inflamatórios. Leia mais
    Para minha família. Antes de começar a contar minha história, sou obrigado a fazer um breve resumo de quem sou.Por toda minha vida, sempre fui um esportista, joguei basquete durante muito tempo. Tenho 1,93 cm de altura e peso 95 kg. Minha família é unida e feliz. Numa noite de julho de 2001, ao sair de uma festa, fui obrigado a empurrar o carro ladeira acima devido a uma pane elétrica. Foi um esforço sobre-humano, mas pessoalmente gratificante. Coisas de homem... Jamais imaginaria que a partir desse momento minha vida se tornaria um pesadelo tão grande... por mais de três anos!E a dor não cediaNo dia seguinte ao esforço, acordei com uma dor incômoda nas costas. Passados três dias, a dor não cedia e resolvi procurar um hospital municipal, já que não tinha plano de saúde. Após uma avaliação clínica, o diagnóstico foi uma contratura muscular com prescrição de analgésicos e anti-inflamatórios. A dor não cedeu. Procurei então uma clínica particular. O diagnóstico foi o mesmo, assim como a prescrição de medicamentos. Apenas me recomendaram sessões de fisioterapia. De novo, a dor não cedeu. Algo estava errado. A dor aumentava, e novos sintomas surgiram: ardência peitoral, dormência abdominal e dificuldade para caminhar. Finalmente, já em novembro de 2001, minha irmã sugeriu mais uma opinião médica. Fomos então eu e ela a um hospital particular. Após um raio-X de coluna e tórax, o médico receitou analgésicos mais potentes e uma ressonância magnética. Mais uma vez, a dor não cedeu. Na metade de novembro de 2001, os sintomas estavam insuportáveis. A dormência abdominal era quase completa, eu sentia ardência no peitoral extrema e minha marcha era completamente desordenada. Eu fui encaminhado a uma ressonância magnética, um exame mais profundo, que revelou o grande mistério: havia um tumor crescendo na minha coluna e comprimindo a medula espinhal. A dor era como uma faca nas minhas costas. Eu já não dormia, não conseguia relaxar: a única maneira de dormir por algum tempo era colocando gelo nas costas e no peito. Mas ainda assim era por um breve período. A prioridade, após uma consulta com um neurocirurgião, era uma cirurgia para retirada e posterior classificação do tumor. Pernas paralisadasFui internado no dia 30 de novembro de 2001. A cirurgia foi feita no dia seguinte, 1º de dezembro, aniversário de meu pai. Eu me lembro de ter acordado e finalmente me sentia sem dor. Ainda que estivesse com um dreno nas costas, tudo estava bem, eu tinha movimento nas pernas e estava aliviado. Tudo parecia sob controle. Ledo engano.Durante uma manobra para assepsia, no dia 3 de dezembro, a mistura de imprudência, imperícia, incompetência e tudo mais de um enfermeiro fez com que o dreno fosse deslocado. Imediatamente senti minhas pernas se desconectando do resto de meu corpo. Tal qual água escoando por um ralo, minhas pernas foram perdendo sensibilidade e movimentos. Tive uma hemorragia no local da cirurgia que me causou uma compressão da medula espinhal provocando um choque medular! Fui levado de emergência para uma tomografia e depois para o centro cirúrgico, mas o estrago estava feito: perdi o movimento de minhas pernas! Os gritos de desespero foram sendo substituídos por um choro baixo e já sem forças. O desespero tomou conta de mim. Minha internação, que seria apenas de quatro dias, acabou se estendendo por longos e sofridos 15 dias. Ao sair do centro cirúrgico, eu tinha alguma sensibilidade. Porém, estava paralisado do umbigo pra baixo. Na manhã do dia 6 de dezembro de 2001, durante uma visita de rotina do médico, consegui mexer levemente um dedo do pé esquerdo. Minha alegria era tanta que não sabia se ria ou chorava, gritava ou cumprimentava o médico. Voltei para casa no dia 15 de dezembro de 2001 de ambulância, em uma maca. Comecei um longo e intenso trabalho de fisioterapia com uma amiga fisioterapeuta que se revelou não só isso, mas também um anjo da guarda. Com ela e sua assistente, outro anjo, reaprendi a andar. Porém, antes de andar, deveria reaprender a sentar com urgência. Só fui entender o motivo depois. Leucemia agudaQuando ainda não sabia se andaria um dia de novo, veio o resultado da patologia do tumor: eu tinha um tipo de câncer! Meu tumor era maligno. Após oito sessões de quimioterapia durante cinco meses, uma nova ressonância magnética revelou que eu estava em remissão, já que não havia sinal do tumor e meus exames de sangue estavam normais. Ainda assim, precisei fazer 20 sessões de radioterapia durante o mês de junho de 2002. Tudo isso em conjunto com a fisioterapia me possibilitava já conseguir andar de muletas. Eu estava curado!Passei a fazer as visitas de rotina ao médico para mero acompanhamento e tudo parecia bem. Mais uma vez, ledo engano. No dia 20 de setembro de 2002 começou minha recaída. Tosse forte, enjôo e vômito, acompanhado de uma febre alta e constante, deixaram-me magro, pálido e fraco. Já não tinha forças para andar e passava os dias deitado na cama. Novos exames indicaram que a doença havia voltado. Fui novamente internado num hospital particular e, posteriormente, transferido para um hospital universitário onde, após inúmeros exames doloridos, recebi uma noticia chocante que me fez desacreditar na justiça da vida: eu estava com leucemia aguda!O laboratório havia feito o diagnóstico erroneamente. O tratamento ao qual havia sido submetido teve um efeito apenas temporário, daí, a recaída da doença, dessa vez com força total e mortal! Neste meio tempo, foi dito a meus pais e irmãos que eu tinha apenas 3 meses de vida.Irmã compatívelDurante 53 dias fiquei internado no hospital. Passei por sessões de quimioterapia fortíssimas, emagreci 32 kg, perdi meus cabelos, não tinha controle de minha urina e fezes, vomitava o tempo todo por causa dos enjôos e recebia transfusões constantes de sangue e plaquetas devido a sangramentos pela boca e pelos olhos. Eu era apenas uma pálida e magra sombra do homem que sempre fui. Estava sem fé em Deus e desanimado. Porém, em momento algum desisti. Isto porque minha família era meu ponto de apoio. Meus pais eram como sombras minhas, sempre do meu lado para qualquer coisa. Durante o dia, minha mãe ficava ao meu lado e, à noite, meu pai dormia comigo no hospital. Os dois sempre com uma palavra de força, estímulo e jamais desanimando!No dia 5 de dezembro de 2002, voltei para casa. Estava em remissão, mas os médicos queriam me curar e, por isso, recomendaram um transplante de medula óssea. Concordamos. Enquanto eu me recuperava do tratamento, meus quatro irmãos, três mulheres e um homem, submeteram-se a exames de compatibilidade genética. As chances de um deles ser compatível comigo eram na proporção de 1 para 25.000. Apesar de todos os infortúnios passados, algo me dizia que eu teria um doador. E eu estava certo: uma de minhas irmãs era compatível! Fui internado no dia 17 de abril de 2003 para iniciar a quimioterapia necessária ao transplante. Foram sessões extremamente agressivas, pois era necessário que minha medula óssea fosse anulada para que eu pudesse receber a medula de minha irmã. Durante cinco dias, recebi a quimioterapia. Nos três primeiros dias, tomava por dia 98 comprimidos diluídos em água, 49 pela manhã e mais 49 à noite. Nos dois últimos dias, recebi quimioterapia intravenosa. O transplante foi realizado no dia 25 de abril de 2003. Neste dia, meus irmãos, por meio de minha irmã que é compatível comigo, deram-me uma segunda chance de viver. Nas semanas seguintes, sofri todos os efeitos colaterais devastadores. Finalmente, a curaNo dia 11 de maio de 2003, Dia das Mães, minha nova medula “pegou”, ou seja, começou a produzir as células sangüíneas. No dia 23 de junho de 2003, meu pesadelo terminou. Recebi dos médicos a notícia de que havia ocorrido quimera! O transplante havia sido um sucesso, e eu agora tenho uma medula óssea 100% saudável e com a produção de células normalizada! Ainda tive de passar o período todo pós - transplante em casa, evitando muitos contatos com as pessoas. Foram praticamente onze meses deitado em cima de uma cama, só saindo de casa para ir ao médico fazer exames. Ao sair do hospital, 36 dias após a internação, eu era obrigado a ir dia sim, dia não para fazer exames de sangue. Com o passar do tempo essas consultas foram se espaçando, mas, mesmo após 1 ano e meio de transplante, me sentia bastante debilitado, em função da agressividade do tratamento. Ainda assim posso afirmar categoricamente que toda a dor e sofrimento valeram à pena! Escrevo estas linhas após 10 anos do transplante. Recuperei meu peso, me casei com a mulher da minha vida, minha família cresceu (ganhei mais sobrinhos), estou cheio de saúde e com a auto-estima renovada. Continuo fazendo a fisioterapia para diminuir as seqüelas motoras ao máximo, me exercito e levo uma vida normal, dentro dos limites que ainda existem, mas com independência, trabalhando, viajando e vivendo um dia de cada vez. Minha família lutou e sofreu cada uma dessas etapas comigo. Meus irmãos sempre estiveram ao meu lado. Alguns amigos também não me faltaram. Hoje, após as demonstrações de amor e carinho nos momentos difíceis, já os considero como irmãos.Meu pai dizia desde o início que não me deixaria morrer. Minha mãe tinha a certeza que não me perderia. Não existem palavras suficientes para descrever o sofrimento daqueles que compartilharam tal sofrimento, assim como não existe nada capaz de medir a capacidade de amar de uma mãe e de um pai. O importante é nunca desistir de lutar. Se não for por você, que seja por sua família. Mas nunca desista.RICARDO AFONSO SILVA DE BRITO Ricardo Afonso Silva de Brito Leucemia Mieloide Aguda - LMA
  • No ano passado numa bela sexta-feira 13 que para muitos seria um mal pressentimento para mim não foi, começa na minha vida algo novo... novo começo, um novo recomeço, novo caminho, uma nova VIDA. Nossa, mas o que tinha de tão especial essa sexta-feira? Foi nesse dia que meus planos, meus desejos e meus sonhos tomaram um novo rumo, foi o dia que recebi a pior noticia da minha vida, estava doente, estava com LEUCEMIA. Meu Deus vou morrer?! Essa deve ser a pergunta de muitos que passam por isso, mas a minha não foi, a minha foi "Deus e meus cabelos? vou ficar sem meus cachinhos de ouro?" Nunca tive medo da morte, porque minha vida está em Cristo e a minha fé está Nele por isso não tive esse medo. Logo que recebi o diagnostico já fiquei internada e foi ai que Deus começou a trabalhar ainda mais a minha fé. Leia mais
    No ano passado numa bela sexta-feira 13 que para muitos seria um mal pressentimento para mim não foi, começa na minha vida algo novo... novo começo, um novo recomeço, novo caminho, uma nova VIDA. Nossa, mas o que tinha de tão especial essa sexta-feira? Foi nesse dia que meus planos, meus desejos e meus sonhos tomaram um novo rumo, foi o dia que recebi a pior noticia da minha vida, estava doente, estava com LEUCEMIA. Meu Deus vou morrer?! Essa deve ser a pergunta de muitos que passam por isso, mas a minha não foi, a minha foi Carolina Tonioli Leucemia Mieloide Aguda - LMA
  • Oi, boa noite. Hoje pela manhã fui para o bloco cirúrgico fazer um mielograma (que NÃO é um processo cirúrgico). Tomei anestesia, dormi, e minha médica fez a punção do sangue medular.Voltei para o quarto, tirei essa foto, e fiquei aguardando o resultado. Com pouco menos de uma hora, Dra. Anne chega, e com toda a calma e tranquilidade que ela sempre me passou, falou que minha medula ainda está infiltrada, ou seja, ainda tenho leucemia, e só poderei fazer o transplante de medula óssea quando não tiver mais doença nenhuma. Fiquei triste, chorei, fiquei quieto... Mas eis-me aqui, levantei a cabeça, e estou pronto para a batalha. Nova quimioterapia, novas drogas... Mas, tudo acontecerá no tempo de Deus, não no nosso! A única coisa que podemos fazer é acreditar. E não deixar a deprê te consumir, xô deprê! Pra bem longe de mim! E ela se foi!! Parte Boa da Leia mais
    Oi, boa noite. Hoje pela manhã fui para o bloco cirúrgico fazer um mielograma (que NÃO é um processo cirúrgico). Tomei anestesia, dormi, e minha médica fez a punção do sangue medular.Voltei para o quarto, tirei essa foto, e fiquei aguardando o resultado. Com pouco menos de uma hora, Dra. Anne chega, e com toda a calma e tranquilidade que ela sempre me passou, falou que minha medula ainda está infiltrada, ou seja, ainda tenho leucemia, e só poderei fazer o transplante de medula óssea quando não tiver mais doença nenhuma. Fiquei triste, chorei, fiquei quieto... Mas eis-me aqui, levantei a cabeça, e estou pronto para a batalha. Nova quimioterapia, novas drogas... Mas, tudo acontecerá no tempo de Deus, não no nosso! A única coisa que podemos fazer é acreditar. E não deixar a deprê te consumir, xô deprê! Pra bem longe de mim! E ela se foi!! Parte Boa da história - Meu hemograma deu uma melhorada, tive alta... A maioria dessas novas drogas que vou tomar é via oral, então, só fico internado por alguma intercorrência, febres, sangramentos, etc. Mas se Deus assim permitir, nada de ruim acontecerá, e agora, o objetivo é entrar em remissão, o doador já tá pronto, já sabe e já aceitou doar. Um anjo!!!! E como eu falo pra todos lá no hospital, Vamo que vamo! Força na careca que tudo dá certo!!Eu decidi viver, eu decidi ser feliz, e vou fazer o impossível para isso acontecer.PS: Este depoimento não conta minha história desde o inicio de tudo em 2011. Todos meus relatos e experiências compartilho na minha página do facebook. Este relato acima foi no dia 19 de abril de 2013, a foto também. Se você quiser conhecer mais um pouco, acesse, www.facebook.com/vencendoobstaculos2.Obrigado pela oportunidade, boa tarde a todos. Fiquem com Deus Petrônio Felipe da Rocha Velez Leucemia Linfoide Aguda - LLA
  • Erick aos 7 anos e 3 meses, 26 de novembro de 2010, se deparou com um problema sério - Leucemia - LLA.A partir de então, na mesma noite fomos encaminhados a Salvador. O tratamento começou logo que chegamos e o protocolo desse tratamento são de 2 anos e meio de químio.Ficamos definitivamente em Salvador, Erick estava respondendo bem ao tratamento, no meio do ano de 2011 engravidei e decidimos congelar a célula tronco, mesmo não tendo indicação para transplante, pois o tratamento estava indo bem.Depois de 2 anos e 3 meses, ele teve alta e para nossa surpresa, depois de 15 dias chegou o resultado dos exames e o problema havia voltado. Decidimos vir para São Paulo, chegamos dia 03 de abril, no dia do aniversário da minha filha. Desde então estamos morando aqui. A equipe médica decidiu pelo transplante, pois a leucemia LLA - T é complicada e começar um novo protocolo Leia mais
    Erick aos 7 anos e 3 meses, 26 de novembro de 2010, se deparou com um problema sério - Leucemia - LLA.A partir de então, na mesma noite fomos encaminhados a Salvador. O tratamento começou logo que chegamos e o protocolo desse tratamento são de 2 anos e meio de químio.Ficamos definitivamente em Salvador, Erick estava respondendo bem ao tratamento, no meio do ano de 2011 engravidei e decidimos congelar a célula tronco, mesmo não tendo indicação para transplante, pois o tratamento estava indo bem.Depois de 2 anos e 3 meses, ele teve alta e para nossa surpresa, depois de 15 dias chegou o resultado dos exames e o problema havia voltado. Decidimos vir para São Paulo, chegamos dia 03 de abril, no dia do aniversário da minha filha. Desde então estamos morando aqui. A equipe médica decidiu pelo transplante, pois a leucemia LLA - T é complicada e começar um novo protocolo seria arriscado.Tenho outro filho, o Enzo de 12 anos, eles vieram fazer o exame de compatibilidade e para nossa alegria minha filha é 100% compatível com Erick. Um presente especial de Deus. O transplante está sendo programado para a próxima semana, do dia 19 de agosto, além de usar as células congeladas a equipe decidiu tirar dela também. Entregamos nossas vidas a Deus a cada instante.A infusão vai ser dia 05 de setembro, presente dado por Deus no dia do meu aniversário. Karla Evely Oliveira Passos Leucemia Linfoide Aguda - LLA
  • Bom dia a todos,Mais uma vez eu passo aqui para deixar votos de força a todos que passam pela mesma situação em que eu estive um dia.Ha 3 anos tive LLA-T, fiz 8 duras internações para o tratamento com quimioterapia e 2 longos anos de manutenção. Durante a manutenção pude, com acompanhamento dos meus médicos, fazer meu MESTRADO e hoje fazendo apenas o controle estou fazendo meu DOUTORADO.Gostaria de dizer que não me considero nem mais nem menos que ninguém, então se eu consegui FORÇA e acreditem, pois quando vocês menos esperarem A VIDA VOLTA A SER COMO SEMPRE FOI!!!!FORÇA Leia mais
    Bom dia a todos,Mais uma vez eu passo aqui para deixar votos de força a todos que passam pela mesma situação em que eu estive um dia.Ha 3 anos tive LLA-T, fiz 8 duras internações para o tratamento com quimioterapia e 2 longos anos de manutenção. Durante a manutenção pude, com acompanhamento dos meus médicos, fazer meu MESTRADO e hoje fazendo apenas o controle estou fazendo meu DOUTORADO.Gostaria de dizer que não me considero nem mais nem menos que ninguém, então se eu consegui FORÇA e acreditem, pois quando vocês menos esperarem A VIDA VOLTA A SER COMO SEMPRE FOI!!!!FORÇA Leonardo Bruno Federico Leucemia Linfoide Aguda - LLA
  • Estou casada há cinco anos. Em outubro de 2011, tivemos nosso filho, Davi e tudo correu muito bem comigo.Em março/12, fiz um exame de sangue de rotina porque minha ginecologista havia pedido e, pra minha surpresa, minhas plaquetas estavam altíssimas (1.200,00). Estranhei e marquei um hematologista. Fiz alguns exames, mas o médico não deu qualquer diagnóstico e me pediu mais exames. Resolvi ir a outro hematologista e em agosto/12, depois de um PCR p/ABL-bcr veio à resposta: eu tinha o cromossomo Philadelphia. Fiquei apavorada e minha consulta só aconteceria em uma semana. Só pensava no meu bebê que tinha dez meses! Pensava que não o veria crescer, que o meu fim estava perto. Na consulta, a médica confirmou o exame: eu tinha LMC (Leucemia Mielóide Crônica). Foi um choque, tive crises de choro por um bom tempo. Logo consegui uma vaga no HEMORIO, centro de referência e comecei a tomar o Leia mais
    Estou casada há cinco anos. Em outubro de 2011, tivemos nosso filho, Davi e tudo correu muito bem comigo.Em março/12, fiz um exame de sangue de rotina porque minha ginecologista havia pedido e, pra minha surpresa, minhas plaquetas estavam altíssimas (1.200,00). Estranhei e marquei um hematologista. Fiz alguns exames, mas o médico não deu qualquer diagnóstico e me pediu mais exames. Resolvi ir a outro hematologista e em agosto/12, depois de um PCR p/ABL-bcr veio à resposta: eu tinha o cromossomo Philadelphia. Fiquei apavorada e minha consulta só aconteceria em uma semana. Só pensava no meu bebê que tinha dez meses! Pensava que não o veria crescer, que o meu fim estava perto. Na consulta, a médica confirmou o exame: eu tinha LMC (Leucemia Mielóide Crônica). Foi um choque, tive crises de choro por um bom tempo. Logo consegui uma vaga no HEMORIO, centro de referência e comecei a tomar o GLIVEC. Os primeiro meses foram ruins, pois o meu corpo reagiu mal ao remédio. Hoje, posso dizer que convivo bem com a LMC e com o GLIVEC. Já aprendi a não temê-los mais. Sei que uma longa vida me aguarda. Vida essa cheia de realizações ao lado do meu esposo e do meu filho. Sei que, graças ao avanço dos estudos sobre a LMC, eu posso levar uma vida normal e feliz! Espero que outros pacientes onco-hematológicos tenham a mesma esperança! Abraços a todos e estejamos firmes para vencermos mais e mais combates! Jeane de Araujo Silva Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • Há algum tempo atrás deixei meu depoimento sobre minha luta contra LMC. Sou transplantado a 8 anos e quero compartilhar com vocês minha alegria de poder ser pai. Aqui posto um Link sobre uma entrevista que fiz no Hospital Amaral Carvalho, juntamente com essa pessoa fabulosa que é o Dr. Mair. Gostaria muito de compartilhar isso para que pessoas que são transplantadas não percam a esperança, como eu nunca perdi a minha. To sempre pronto para novas batalhas... abraços. http://redeglobo.globo.com/platb/tvtem-jogo-de-cintura/2013/03/30/hospital-do-cancer-de-jau/   Leia mais
    Há algum tempo atrás deixei meu depoimento sobre minha luta contra LMC. Sou transplantado a 8 anos e quero compartilhar com vocês minha alegria de poder ser pai. Aqui posto um Link sobre uma entrevista que fiz no Hospital Amaral Carvalho, juntamente com essa pessoa fabulosa que é o Dr. Mair. Gostaria muito de compartilhar isso para que pessoas que são transplantadas não percam a esperança, como eu nunca perdi a minha. To sempre pronto para novas batalhas... abraços. http://redeglobo.globo.com/platb/tvtem-jogo-de-cintura/2013/03/30/hospital-do-cancer-de-jau/
  Ronaldo Cesar Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • “Tudo Começou numa salinha escura”A busca pela cura da LMC fez Eduardo Marafanti apoiar a fundação da AbraleDepois do diagnóstico de leucemia mieloide crônica, Eduardo, dizia o médico, tinha pouco mais de um ano de vida. Até que soube da introdução de remédio revolucionário que prometia a cura da doença, nos estados unidos. “Fui até lá e consegui a última vaga para utilizar a droga, já na segunda fase de testes.” foi um sucesso. De volta ao Brasil, ele quis atestar a eficiência do gilvec (hoje primeira opção de tratamento em casos de LMC) e introduzi-lo no país. Foi para a imprensa, conheceu Merula Steagall, então presidente da Abrasta (e que viria a ser a presidente da Abrale), e recebeu o convite para participar da fundação da Associação. Anos mais tarde descobriu, sem sintomas, que sofrera uma piora repentina. “Soube que tinha duas semanas de vida, ironicamente, enquanto fumava um charuto, para Leia mais
    “Tudo Começou numa salinha escura”A busca pela cura da LMC fez Eduardo Marafanti apoiar a fundação da AbraleDepois do diagnóstico de leucemia mieloide crônica, Eduardo, dizia o médico, tinha pouco mais de um ano de vida. Até que soube da introdução de remédio revolucionário que prometia a cura da doença, nos estados unidos. “Fui até lá e consegui a última vaga para utilizar a droga, já na segunda fase de testes.” foi um sucesso. De volta ao Brasil, ele quis atestar a eficiência do gilvec (hoje primeira opção de tratamento em casos de LMC) e introduzi-lo no país. Foi para a imprensa, conheceu Merula Steagall, então presidente da Abrasta (e que viria a ser a presidente da Abrale), e recebeu o convite para participar da fundação da Associação. Anos mais tarde descobriu, sem sintomas, que sofrera uma piora repentina. “Soube que tinha duas semanas de vida, ironicamente, enquanto fumava um charuto, para comemorar o meu bom estado clínico, depois de consulta com o médico, no EUA.” Passou a usar novo remédio, em teste, o Sprycel. E, como a Abrale já atuava ativamente na luta contra os cânceres do sangue, o protocolo (fase de desenvolvimento da droga) chegou rapidamente ao país. “Tomava a medicação por aqui e, muito melhor, brigava para que o governo fizesse a distribuição do gilvec, sem que o paciente tivesse de entrar com ação judicial.” Mais uma conquista. Dois anos depois, nova piora. E a decisão por fazer autotransplante, uma vez que havia colhido células da sua medula quando estava praticamente em período de remissão, antes da primeira piora. Hoje toma o remédio Tasigna e passa muito bem, obrigado. “De olho nas ações da Abrale, cuja conquistas são inúmeras e absolutamente relevantes, desde tudo começou numa salinha escura, cedida pelo hospital Matarazzo, em São Paulo.” Eduardo Marafanti Leucemia Mieloide Crônica - LMC
  • Meu nome é Thiago, tenho 30 anos e sou de Batatais interior de SP. Minha história é de Linfoma. Em 2011 sentia formigamento nas pernas, falta de força, febre, e não sabia o que podia ser. Fui ao médico e ela falou que eu estava com Hérnia de Disco. Comecei o tratamento com fisioterapia mas não melhorava, foi passando o tempo até que parei de andar.Fui internado na minha cidade, mas mesmo assim não descobriram o que podia ser. Fui transferido para o HC Ribeirão Preto, lá descobriram depois de 11 dias de internação que eu estava com linfoma comprimindo minha medula. Decidiram operar. Na cirurgia ocorreu tudo bem, mas fiquei sem andar por 9 meses, faltava força, fiz a quimioterapia 6 ciclos, sem muita reação, só sentia um pouco de cansaço. Os médicos também disseram que eu não podia ser pai devido ao tratamento da quimio ser forte e matar Leia mais
    Meu nome é Thiago, tenho 30 anos e sou de Batatais interior de SP. Minha história é de Linfoma. Em 2011 sentia formigamento nas pernas, falta de força, febre, e não sabia o que podia ser. Fui ao médico e ela falou que eu estava com Hérnia de Disco. Comecei o tratamento com fisioterapia mas não melhorava, foi passando o tempo até que parei de andar.Fui internado na minha cidade, mas mesmo assim não descobriram o que podia ser. Fui transferido para o HC Ribeirão Preto, lá descobriram depois de 11 dias de internação que eu estava com linfoma comprimindo minha medula. Decidiram operar. Na cirurgia ocorreu tudo bem, mas fiquei sem andar por 9 meses, faltava força, fiz a quimioterapia 6 ciclos, sem muita reação, só sentia um pouco de cansaço. Os médicos também disseram que eu não podia ser pai devido ao tratamento da quimio ser forte e matar as células reprodutoras. Mas agora com 2 anos e meio despois já estou andando normalmente, mas continuo fazendo fisio e também minha esposa está grávida de 5 meses Thiago Alexandre Camara Linfoma de Hodgkin - LH
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